O Guia Completo do Bitcoin

O que é Bitcoin?

E se a sociedade destruísse o império dos bancos, se recusando a transacionar através deles ou, melhor do que isso, criasse uma moeda paralela, que não sofresse a intervenção de nenhum governo, uma moeda livre, democrática e por que não dizer, anarquista (no sentido de questionamento ao status quo)?

Essa moeda já foi criada, fundindo a ideologia da liberdade de movimentação do capital e a tendência de “virtualização” da vida real. Surgiu então o Bitcoin.

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O Bitcoin é a mais importante criptomoeda da atualidade; ou seja, uma moeda virtual, criptografada para ser transacionada pela web entre usuários de qualquer parte do mundo, de forma direta e sem o crivo dos sistemas financeiros tradicionais. Ele rompe com o controle monetário dos Estados, com o poder imperativo dos órgãos tributários e com a intermediação abusiva das instituições financeiras. Foi criado em 2009, inspirado em um manifesto cyberpunk chamado “O dinheiro da internet”, base ideológica para que um programador (ou umgrupo deles) desenvolvesse o código principal do Bitcoin, sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto. Desde sua criação, outras moedas virtuais surgiram na web, como a Litecoin e a Mastercoin, mas sem alcançar sombra do apelo e popularidade da pioneira das criptomoedas.

Um dinheiro sem pátria nem patrão

Atualmente, 2 milhões de pessoas no mundo já possuem valores em Bitcoins, o que prova que essa moeda não possui tão baixa liquidez como alguns especialistas ligados ao setor bancário costumam apregoar erroneamente. A título de curiosidade, apenas no último mês de setembro, mais de  ฿ 10 mil foram negociados no Brasil, o que equivale a mais de R$ 9 milhões em transações.

Entender o porquê do surgimento do Bitcoin é muito simples e pode ser explicado por meio de uma analogia muito conhecida de todos. Quando vamos a uma loja de roupas, a vendedora costuma deixar claro que, caso o pagamento seja feito em dinheiro, é possível conceder um desconto “a mais”, em relação ao pagamento por meio de cartões de débito/crédito. Isso acontece pelo simples fato de que, no pagamento à vista, não há intermediários no negócio, como bandeiras, maquininhas de cartões, sistemas de pagamento on-line (como PayPal), etc. O Bitcoin se propõe a conciliar a praticidade de um pagamento online, com a economicidade do pagamento em papel moeda, mediante a ausência de taxas de instituições que costumam “atravessar” o negócio entre duas pessoas. Aqui, não há autoridades centrais (como Banco Central); não há controle estatal; não há bancos.

No dia a dia, essa moeda virtual pode ser usada livremente na compra de produtos ou serviços pela internet, para reserva de hotéis e até pagamento de corridas de taxi. No Brasil, mais de 150 empresas e profissionais já aceitam Bitcoin! Para quem quiser saber quais são os estabelecimentos que aceitam essa criptomoeda como forma de pagamento, basta clicar aqui!

Há ainda a possibilidade de contrair e fazer empréstimos em Bitcoins. Para o tomador, a vantagem são as taxas de juros muito mais baixas, que ocorrem pela simples retirada do agente financeiro da transação; para os emprestadores, a vantagem é a de receber toda a carga de juros de forma integral, sem a divisão do lucro com os grandes bancos do mercado.

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Por fim, outra utilização interessante e que tem se tornado bastante popular com relação a essa moeda é o investimento direto em Bitcoin, da mesma maneira como investimos em ativos presentes no mercado financeiro tradicional. Para se ter uma ideia das possibilidades de ganho, em janeiro de 2013, ฿ 1 valia em torno de US$ 13. Em Novembro do mesmo ano, o mesmo 1 Bitcoin valia US$ 727,90! Imagine o caso de um investidor que tenha comprado ฿ 1 mil em janeiro para vendê-los no final de 2013: nesta situação hipotética, ele teria gasto US$ 13 mil na compra das moedas e as vendido por incríveis US$ 727 mil, lucro de 5.500%!

Como o Bitcoin funciona?

Antes de entender como fazer uma transação por Bitcoins (na prática), é preciso compreender como funciona a “mecânica” por trás das negociações. Vamos a ela!

Quem deseja entrar nesse universo, deve, antes de tudo, ter uma carteira virtual, que pode ser criada gratuitamente por meio de um app mobile, um software ou on-line. Você pode criar sua carteira através deste endereço! Lembre-se que é através dele que você poderá conferir seu saldo e gerenciar suas operações!

Após concluir o cadastro, lhe será gerada uma identidade, uma chave pública com até 34 caracteres. Sempre que uma pessoa efetuar uma transação com você, é preciso que ela conheça esse seu código alfanumérico(e você, o dela).  O envio deste código é facilitado pela possibilidade de leitura através de QR Code (aquele código de barras bidimencional, que se assemelha ao layout dos clássicos jogos do Atari!).

Não se preocupe, essa chave critpográfica é pública. O que é secreto é a chave privada, um código ainda mais extenso, com 51 ou 52 caracteres, que se inicia com o numeral “5”, ou as letras “L” ou “K”. Assim, todas as pessoas que têm uma carteira virtual, têm sempre 2 chaves (uma pública, que é a sua identidade, e uma privada, que é sua senha). Os Bitcoins adquiridos podem ser armazenados na internet ou localmente, no computador do usuário.

A transferência de valores por meio dessa moeda virtual depende, portanto, de 3 elementos: endereço  do emissor (chave pública), endereço  do destinatário (chave pública) e chave privada do emissor(uma espécie de “senha”, que confirma as transações). Para que a transferência de Bitcoins seja realizada (caso de uma compra, por exemplo), é preciso se conectar brevemente à internet. Diferentemente do que ocorre com bancos, não há um sistema central para verificar o número das contas ou validar a operação. Esse detalhe, que veremos agora, é o que faz essa moeda a mais democrática e participativa da história moderna.

Seja seu próprio banco!

Toda a infraestrutura que mantém o sistema funcionando se dá através de bancos de dados descentralizados, que podem ter funcionamento no computador de qualquer usuário. Estes, chamados de “mineradores”, se encarregam também de validar as informações para posterior registro em uma página, chamada deblockchain (cadeia de blocos). O blockchain armazena todas as operações já feitas nessa moeda, é uma espécie de “livro-razão”, isto é, o instrumento através do qual se faz a contabilidade pública de todas as transações realizadas. Esse sistema serve como boa analogia para exemplificar o alto nível de publicidade das informações: diferentemente da escuridão das transações feitas pelos sistemas financeiros mundiais (você consegue, por exemplo, visualizar com detalhes todas as operações feitas, diariamente, em Bolsa de Valores?), tudo o que feito no mundo com Bitcoins está sempre à disposição de todos os usuários, para consulta a qualquer momento.
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Já falamos um pouco do blockchain para facilitar seu entendimento da sistemática do Bitcoin, mas voltemos agora aos mineradores. A vantagem de ser um minerador é que este “empréstimo” da capacidade de processamento de seu PC (para sustentar os bancos de dados do sistema) é retribuído por meio de uma bonificação, estabelecida através de fração de Bitcoins (quanto mais poderoso seu computador, melhor o bônus!). Entretanto, como a fração de moedas ganha por operação é pequena, a maioria dos mineradores trabalha em grupos, juntando a capacidade de suas máquinas para formar um centro de dados mais potente, capaz de resolver os problemas de critptografia primeiro do que a concorrência (quando alguém faz uma operação por meio dessa moeda, inicia-se uma espécie de “corrida” entre as diversas máquinas no mundo; ganha a bonificação quem consolidar a operação primeiro do que outros voluntários ao redor do Globo). BTC Mine, Bitcoinpool.com, Slush’s pool e BTC Guild são alguns dos grupos indicados para quem deseja unir forças com outros mineradores.

Recapitulando: ao criar sua carteira virtual, o usuário do sistema passa a ter uma chave pública (endereço) e uma chave privada (espécie de senha). Basta saber o endereço do destinatário para fazer a operação. Entretanto, esta não será consolidada de imediato, pois é preciso esperar sua validação por meio dos mineradores espalhados pelo mundo, que ajudam a manter o banco de dados descentralizado e garantir o registro das operações no blockchain.

Maneiras de adquirir Bitcoins

É possível adquirir Bitcoins comprando essa moeda virtual por meio de “casas de câmbio” especiais (um caixa eletrônico específico). A primeira delas foi implantada no Canadá, ainda em 2013.  Já em janeiro deste ano, a Coinbase, empresa norte-americana especializada nessa moeda virtual, recebeu aval do governo dos EUA para operar em 24 estados do país. Embora essa concessão tenha sido feita com a condição de aceite de regulação por parte do Estado, de qualquer forma, a anuência norte-americana tende a popularizar ainda mais o uso da critpomoeda na maior economia do mundo.

Além da aquisição direta em casas de câmbio, a negociação de mercadorias por meio da moeda digital é outra forma de fazê-la circular no planeta; por fim, a concessão de empréstimos ou a realização de investimentos também é um canal de contato com essa inovação, que promete agir como um furacão no mercado financeiro tradicional.

Vale lembrar que a carteira virtual é a plataforma através da qual se materializam as transações. Existem até websites que ajudam a encontrar outras pessoas que queiram fazer negócios por meio de Bitcoins, como o LocalBitcoins.

Vantagens de pagamento por meio de Bitcoins

  • Ausência de taxas ou taxas muito pequenas;
  • Segurança: não há necessidade de fornecer dados pessoais para efetivar transações;
  • Controle total sobre as operações elimina chance de usuários serem lesados por comerciantes;
  • Transparência absoluta: todos os registros realizados mundialmente estão presentes no blockchain; dados criptografados garantem a proteção das operações.

Como converter bitcoin para moedas reais?

O Bitcoin é uma moeda que flutua ao sabor do conflito entre oferta e procura, exatamente como ocorre com qualquer outra moeda no mundo. Dessa maneira, as variações na cotação são diárias e podem acontecer por causa de diversos fatores macroeconômicos, conforme veremos adiante. Neste tópico, entretanto, o mais importante é entender onde verificar a cotação de um BTC (sigla do Bitcoin) e como fazer a conversão.

Com relação ao local de confirmação da cotação, o Google lançou recentemente um recurso interessante, permitindo que você saiba o valor atualizado dessa moeda virtual em relação ao Real. Basta digitar em seu próprio campo de pesquisa:

1 BTC to BRL

Ao confirmar a “busca”, o Google irá exibir em sua tela um quadro com a cotação atual, além de um gráfico mais abaixo, contendo as oscilações da unidade monetária ao longo do tempo.

Mas há ainda outras maneiras de conferir as oscilações nesta moeda digital. Este site mostra a cotação atualizada do BTC em relação ao Real.  Já para quem precisa de um layout mais completo, com gráficos e relatórios mais detalhados, este outro aqui é uma ótima opção!

O que é uma wallet e como usá-la?

Assim como guardamos nosso dinheiro em nossa carteira, de forma didática, podemos dizer que nossos Bitcoins são alocados em carteiras virtuais (wallets). A pé da letra, não são exatamente os Bitcoins que são armazenados nesse sistema, mas as informações necessárias para fazermos as transações (credenciais). Todavia, por amor à clareza do artigo, vamos entender a carteira virtual como dotada da mesma função que as carteiras físicas (armazenar nosso capital).

Existem diversos tipos de carteira virtual (wallets):

  • Softwares de carteira: se conectam à internet para consolidar as transações, mas armazenam as credenciais digitais (ou “moedas”, para fins didáticos) no dispositivo do usuário (HD do seu computador, por exemplo).
  • Carteiras on-line: armazenam suas moedas em um servidor virtual. É mais inseguro, portanto, deve-se ter cautela com esse recurso;
  • Carteiras físicas: armazenam off-line suas credenciais (moedas), através da impressão de papeis ou metais com inscrições dos dados;
  • Carteiras hardware: mantém as credenciais off-line (em seu hardware).

Alguns cuidados de segurança que devem ser tomados para proteger seus Bitcoins:

1) Nunca compartilhe o endereço da suas carteiras com pessoas que você não conheçe/confia.

2) Dê preferência a serviços de carteiras virtuais de alto nível de segurança, como o Electrum, que possibilita ao usuário alocar credenciais criptografada sem seu HD. Para complementar a segurança, é possível ainda utilizar um software especial para gerar uma senha forte e difícil de ser quebrada.

3) Ao fazer o download da carteira, certifique-se de estar utilizando uma fonte confiável.

Como o valor é cotado?

Conforme já citado, as variações de cotação do Bitcoin seguem a mesma lógica que impulsiona as alterações de valor nas moedas do mundo todo: a famosa lei da oferta e procura. Explicando de forma didática, quando a quantidade de pessoas interessadas em adquirir uma moeda aumenta sensivelmente (se tornando superior ao volume de vendedores), esta se valoriza, o que significa que sua cotação é jogada “aos céus”. Em momentos em que há muitas pessoas querendo se desfazer dessa mesma moeda e poucos interessados na compra, o valor desta é reduzido. Mas não se preocupe com essa gangorra, haja vista ser essa mecânica a mola propulsora de quase tudo o que existe na economia moderna: não é privilégio do Bitcoin.

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Mas o que impulsionam exércitos de pessoas a desejarem comprar uma moeda, todos ao mesmo tempo ou, de outra forma, a venderem suas divisas desesperadamente, em um verdadeiro efeito manada?

A resposta são “fatos e boatos”. Já ouviu falar que um bom investidor “compra no fato e vende no boato”? Pois é, o Bitcoin também funciona nessa lógica. As notícias que são divulgadas diariamente no mundo, que interfiram direta ou indiretamente na negociação desta moeda virtual, podem influenciar seu valor (geralmente, de forma temporária). Essas oscilações bruscas até podem ser consideradas interessantes, pois permitem fazer bons negócios comprando a moeda na baixa e a vendendo na alta.

Um exemplo de notícia positiva que mexeu com os mercados foi a criação de um índice de preço Bitcoin por parte de ninguém menos do que a Bolsa de Nova York. A notícia, de maio deste ano, jogou a cotação da moeda às nuvens, permitindo ótimos negócios a quem já tinha Bitcoins em sua carteira virtual. De outro lado, podemos citar, como exemplo de péssimas notícias que podem abalar a cotação da moeda, a declaração do governo russo, do início do ano passado, enfatizando que “a moeda oficial da Rússia é o rublo e que a introdução de quaisquer outras unidades monetárias substitutas estaria proibida”.

De forma resumida, podemos inferir que as ameaças na cotação do Bitcoin podem vir das seguintes fontes:

  • Pressão dos governos e grandes bancos: a falta de controle sobre uma unidade monetária desespera grandes corporações financeiras e governos de todas as partes do mundo. A falta de Banco Central, de unidade de controle e de “tangibilidade” deste “novo dinheiro” fazem com que os Estados tenham dificuldade para taxar os ganhos de capital obtidos nesse formato, bem como que os bancos não consigam auferir lucros com as transações de terceiros (a razão de existir de uma instituição financeira).
  • Pressão de autoridades policiais internacionais: a intenção de criar uma moeda que desse liberdade de transação e privacidade aos usuários acabou gerando a insegurança destes oficiais acerca da possibilidade de haver lavagem de dinheiro através do Bitcoin. Isso porque as transações não exigem identificação, tornando difícil rastrear quem movimenta essa moeda. No entanto, vale ressaltar que o próprio anonimato na operação com papel moeda também pode ser usado, em tese, para cometer crimes, o que deixa claro que o Bitcoin em si mesmo nenhuma relação tem com essas questões.
  • Por fim, as ações de hackers que, embora difíceis de ocorrer (em função do alto nível de segurança proporcionado pelas chaves criptográficas), se efetivadas, podem resultar em abalos na cotação.

Há ainda outro detalhe interessante para citar com relação à cotação dessa moeda digital. A descentralização absoluta do Bitcoin faz com que existam várias cotações diferentes para a mesma moeda, permitindo a um investidor comprá-la em um mercado em que há desvalorização e revendê-la em outro, com outra cotação diferente, quase que de forma simultânea (esse fenômeno é o que se chama em Economia de arbitragem de ativos: quando se obtém ganho econômico com da diferença de preços existentes, para um mesmo ativo, em mercados distintos).

Fica claro, portanto, que, apesar das pressões (puramente temporárias), existem muitas maneiras de alcançar altíssima rentabilidade investindo em Bitcoins (basta entender melhor o mercado); da mesma forma, a ausência de taxas significativas torna a compra por meio dessa moeda muito mais vantajosa do que a efetivação de pagamento com cartões ou, mesmo, com dinheiro em espécie. Isso sem falar na estratégia que se tornou popular na Europa e Estados Unidos para fugir das altas taxas de juros dos créditos bancários (fazer empréstimos com Bitcoins a taxas até 20 vezes menores do que dos bancos!).

A sociedade de hoje é bem diferente da de décadas passadas. Estamos vivenciando uma revolução silenciosa, em que universo off-line e on-line são contraposições que perdem, a cada dia mais, qualquer sentido prático. O mundo vive hoje em estado de conectividade 24 horas, em um processo de “digitalização” das rotinas de vida que faz do homem um ser muito mais multifacetado do que em períodos passados. É natural que, diante de tantas modificações provocadas pela tecnologia e pela globalização, as relações comerciais também sejam transfiguradas, ou melhor, atualizadas para a nova dinâmica desse novo ser social. O Bitcoin é apenas um reflexo inevitável da maneira do homem moderno enxergar-se a si mesmo e, por mais que a moeda digital desperte a ojeriza de grandes corporações financeiras e de Estados totalitários, seu viés libertador dificilmente se submeterá ao sufocamento regulatório dos governos mundiais.

Interessante lembrar, com relação a essa questão, que algumas nações já começam, ainda que lentamente, reconhecer o Bitcoin como moeda legal (provavelmente por reconhecerem a impossibilidade de neutralizá-la). Em agosto de 2013, por exemplo, o Departamento de Finanças da Alemanha autorizou o uso da moeda virtual em transações financeiras privadas. Um ano depois, Dominica, uma pequena ilha no Caribe, se tornou o primeiro país a adotar o Bitcoin como moeda corrente, em uma ação oficial chamada de “Let the Bit Drop” (algo como “Deixe o Bitcoin fluir”). O impulso nacionalista que serviu de base para a criação dos estados-nação (em meados do século XVIII), estimulando a adoção de zonas cambiais rígidas, de medidas protecionistas e do controle de capitais, não tem mais espaço diante do universalismo do mundo atual.

Quem já conhece o funcionamento desse novo sistema monetário, saiu na frente dos outros e já desfruta dos benefícios de estar sempre na vanguarda das mudanças sociais. Um exemplo é a famosa história do norueguês Kristoffer Koch que, em 2009, acreditou na moeda digital quando o mundo ainda nem tinha ideia do que era Bitcoin, comprando menos de US$ 26,00 dessa moeda virtual. Quatro anos mais tarde, a valorização dessa unidade digital elevou seu patrimônio a impressionantes US$ 885,5 mil, fazendo do jovem nórdico, o primeiro caso de investimento de sucesso com Bitcoin. Mais uma evidência de que, parafraseando Charles Darwin, “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.”

E você, está preparado para as mudanças que estão sendo trazidas ao Brasil pelo Bitcoin?

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