7 Vantagens do Uso de Bitcoins

Antes de adentrar às vantagens dos bitcoins, uma dica: se você chegou até este post sem saber exatamente o que eles são, não deixe de ler nosso ‘Guia Completo do Bitcoin’. Nele, você entenderá como funciona, as maneiras de adquiri-lo de revertê-los em moedas reais e como os seus valores são cotados.

Dito isso, vamos à nossa conversa de hoje. O objetivo deste post é apresentar as principais vantagens dos bitcoins. Explicaremos o que são e como são usados.

Quais as principais vantagens dos bitcoins? Acompanhe!

Bitcoins: os “dólares da internet”

Como qualquer outra, esta moeda digital pode ser comprada e vendida nas bolsas de moeda. Ela fica armazenada em um dispositivo chamado de carteira digital (wallet) — as informações necessárias para a realização das transações, na verdade — e, por isso, são apelidadas de “dólares da internet”.

De acordo com a Blockchain, uma das mais populares carteiras de bitcoins do mundo, em janeiro de 2016, foram registrados mais de 15 milhões de bitcoins em circulação no mundo. Em fevereiro de 2015, a nível de comparação, eram mais de 13 milhões.

À medida que a informação em torno das vantagens dos bitcoins se torna mais ampla, assim como a confiança dos internautas para fazer transações online totalmente em moedas digitais, eles vêm ganhando popularidade. Uma reportagem recente da Folha de S. Paulo mostrou que, em 2016, as transações atingiram R$ 70 milhões. Isso mostra que os ‘dólares da internet” já estão sendo adotados no país.

7 vantangens dos bitcoins que você precisa conhecer

Um dos passos iniciais para a utilização de bitcoins com total confiança e de maneira produtiva é conhecer as vantagens de uso; saber como este modelo de moeda é diferente do convencional e o que pode oferecer de benefícios. É o que veremos a seguir!

1- Tarifas mais baixas que as moedas tradicionais e zero impostos

Ao realizar transações com moedas convencionais, os usuários podem pagar tarifas que variam entre 2 e 9%. Obviamente, as transações são diferentes de pessoa para pessoa.

Já os custos associados com bitcoins são menores. A tarifa média de transação custa, geralmente, menos que 1% da transação.

Portanto, do ponto de vista tarifário, as vantagens dos bitcoins são maiores do que as transações tradicionais. Por outro lado, também não há nenhuma maneira de um terceiro interceptar essas transações. Portanto, não há nenhuma maneira viável para a implementação de um sistema de tributação desta moeda digital.

2- Bitcoin pode ser utilizado em qualquer lugar do mundo

Bitcoin é uma moeda global. Diferente das moedas convencionais, ele pode ser utilizado amplamente sem bloqueios de fronteira, sem as tradicionais burocracias do mercado internacional. Este é o grande ponto de inflexão da moeda bitcoin: uma revolução econômica que está eliminando as fronteiras comerciais ao redor do mundo.

3- Bitcoin é uma moeda que não pode ser congelada

Por mais que o mundo se diga globalizado, na prática, vemos diversos países praticando o que se chama de “protecionismo”. Há embargos de moeda, sobretaxas e impostos que insidem sobre transações internacionais para desencorajar o livre comércio.

Isso não é possível quando se trata do bitcoin. Trata-se de uma moeda que não pode ser congelada, pois não é controlada por nenhum governo ou empresa.

4- Bitcoin não incorre em riscos com o colapso de um sistema financeiro

Em 1971, os Estados Unidos aboliram o padrão-ouro (o valor da moeda cotado a partir do valor do mineral). Desde então, o Dólar varia conforme a confiança naqueles que o fabricam: o Tesouro e as instituições bancárias.

O Real também é uma moeda fiduciária. O problema é que, quando a economia entra em colapso, por diversas razões (políticas, incidentes ambientais, escândalos de corrupção), as moedas convencionais perdem valor.

Teoricamente, o bitcoin vem para resolver este problema, pois não é regulado por nenhum órgão e não depende da confiança no mercado financeiro tradicional. Só depende de matemática, de um algoritmo gerido por uma rede descentralizada ao redor do mundo.

5- Bitcoin pode ser doado sem a autorização do governo

Todo e qualquer valor de movimentação das moedas tradicionais são controladas pelo Estado. Assim, ao fazer uma doação, um patrocinador precisa explicar à União de onde vem e para quais fins se destinam os valores.

Em 2010, por exemplo, quando os Estados Unidos entraram em guerra contra a organização Wikileaks, proibiram bancos e empresas de fazerem doações para financiarem a iniciativa. Logo, os organizadors do Wikileaks pediram para que os usuários fizessem suas doações utilizando bitcoins, o que não podia ser controlado pelo governo.

Pagamentos em bitcoin podem ser feitos e finalizados sem a necessidade de informações pessoais. Parece pouco, mas esta liberdade está revolucionando a forma com que se faz filantropia ou com que se financia iniciativas que os governos não querem apoiar (obviamente, esta liberdade também pode ser utilizada para o mal, para a compra e venda de drogas).

6- Bitcoin é mais seguro do que as moedas convencionais

Devido ao fato de que a informação pessoal é mantida escondida de olhares indiscretos, Bitcoin também protege contra roubos de identidade. Com ele, é possível fazer backup e criptografar as informações para garantir a segurança do dinheiro.

A menos que um usuário divulgue seu endereço de carteira publicamente, ninguém pode rastrear suas transações. Ninguém, exceto o proprietário da carteira, saberá quantos Bitcoins eles têm.

Mesmo se o endereço da carteira foi divulgado, um novo pode ser facilmente gerado. Isso aumenta a privacidade, quando comparado a sistemas cambiais tradicionais, em que terceiros têm potencial acesso a dados financeiros pessoais.

7- Bitcoins são mais difíceis de serem roubados do que as moedas tradicionais

Toda a estrutura do sistema de bitcoins converge para que o controle da carteira seja totalmente de seu proprietário. Ninguém pode roubá-los, a menos que tenha acesso físico ao computador de um usuário e eles enviem os bitcoins para sua conta. Ao contrário dos sistemas de moeda convencional, em que apenas alguns detalhes de autenticação são necessários para obter acesso às finanças, este sistema requer acesso físico, o que o torna muito mais difícil de roubar.

O que você achou destas vantagens dos bitcoins? Deixe um comentário!

Everything You Need to Know About a P2P Loan

You’ve heard the term “P2P loan” thrown around at cocktail parties, and seen snippets about it online. Maybe you even have friends swearing by P2P investing. But you’re just not sure you’re ready to invest your own money until you find out more about what a P2P loan involves.

P2P loans have been around for years, long enough for savvy investors to have learned methods for earning the highest returns possible with them, and most importantly, for keeping investments secure. This rapidly growing lending platform doesn’t seem to be going away anytime soon either, with just two of the world’s top lending groups having facilitated more than 12 billion dollars in loans by March 2015. It’s no wonder so many global lending clubs have formed, and so many investors are interested in P2P lending.

Learn how the P2P loan works, how it compares with more conventional investments, and why the P2P is currently a hot ticket for investors eager for higher returns.

Just What Is a P2P Loan, Anyway?

A P2P loan is a peer-to-peer loan that involves one person or business borrowing money from another person or group of people. Today, club investors once solely comprised of individual lenders have expanded to see financial institutions and advisors jumping on board.

Why Would This Type of Loan Appeal to Borrowers?

Today’s borrowers overwrought with debt are typically looking for credit card refinancing or debt consolidation. P2P loans offer an appealing option for individuals looking to undercut much heftier interest rates offered by banks and credit card companies. Simply put, today’s borrowers are looking for more affordable credit. P2P lending groups like BTCjam provide it, following a mission to offer affordable and accessible credit to borrowers the world over.

How Does a P2P Loan Benefit the Investor?

The genius of the P2P loan is that both parties involved in the transaction win, with the borrower benefiting from lower interest rates and the investor enjoying higher returns than anything available behind a bank’s brick walls.

In fact, according to Forbes contributor David Prosser, investors in the industry in 2015 saw returns amounting to more than four times what they might have made through a leading bank or building society over the same 12-month period. Looking at these results, it’s no wonder investors have increasingly turned to P2P loans as an attractive option.

How Are Borrowers Approved for the P2P Loan?

When you hear about individuals sniffing around for alternative ways of borrowing, it’s natural to wonder about their reasons and, more importantly, their credit rating. Luckily, the requirements for borrowing from a lending club are typically as rigorous as any you’d find at a conventional bank.

BTCjam combs through a prospective borrower’s digital footprint, credit rating information, income, and personal references in order to obtain an accurate credit score. Depending on the credit risk obtained from this data, a fair interest rate is then assigned to the borrower, with BTCjam’s prediction capabilities for assessing the risk of individual loans outperforming industry standards.

What Is the Risk to Investors if Borrowers Default on Payments?

As in any lending situation, there is always the possibility that borrowers will default. And with a default on payment, returns will naturally be impacted. The very reason P2P lending pays such high yields is to compensate investors for that inherent default risk.

While some may fear this risk and the impact it might have on their overall portfolio, Forbes contributor Marc Prosser urges investors to stay the course, applying the simple solution of diversification.

By spreading out money over several hundred loans, Prosser says each individual loan represents just a tiny fraction of an investor’s overall portfolio. This means that even in the event of some defaults, the loss is very small, and the rate of return still high. As such, Prosser says the P2P still proves to be a good overall investment.

If you’re not that savvy about how to diversify your individual portfolio, BTCjam has a convenient AutoInvest tool that takes care of the process, selecting and investing on the site’s listings automatically.

Can Investors Really Expect Success With P2P Loans?

P2Ps have proven time and again to outperform savings accounts, certificates of deposit, and high-quality bonds. The expected yields are so high that everyone wants in.

Marc Prosser’s interviews with major financial advisors revealed that even their most “safe-playing” high net-worth clients buy into P2Ps for the diversification these loans add to their overall portfolios.

Time has shown these experienced investors that when the chips are down in other asset classes, such as the stocks and bonds markets, their P2P investments are not necessarily affected, continuing to provide a good rate of return. Overall, Prosser says this means lower volatility for an investor’s portfolio. And once again, it means that the P2P loan is a good investment.

By following the advice of industry experts who recommend doing your own research, and spreading your money out over several loans, as with BTCjam’s AutoInvest tool, you can indeed hope to have great success by buying into this ever-growing lending platform.

Find more information on P2P loans and start investing today by visiting https://btcjam.com/invest.

How to Get Out of Debt and Stay There

Being in debt can be a stressful experience. When creditors are calling every day and letters are arriving telling you how much you owe, your instinct might be to bury your head in the sand and try to forget about what seems like an unsolvable problem. However, this approach can only lead to more stress. Reclaim control over your situation by making a plan to get yourself out of debt and stay there. Follow these steps to take control of your debt and gradually shrink it away to nothing.
BTCjam-Blog-How-to-Get-Out-of-Debt-Stay-There-v2

Know Your Situation

First, you need to face up to your debt. Find out exactly how much you owe to each creditor and the interest rates or charges that apply to each account. Your aim should be to pay off the debts with the highest interest rates or charges first.

Reduce Expenses

Next, make a list of your monthly income and expenses so you can see how much money you have to spend on debt repayments each month. Take a look at your regular expenses to see where you can cut back to free up some cash for paying off your debt. Could you cancel a TV subscription or gym membership that you rarely use? Or cut back on grocery bills by shopping at a less expensive store?

Consider Refinancing

If high interest rates are causing your debt to spiral out of control, refinancing could be a good option for you. Consolidate your debt by taking out a single low-interest loan, which you can use to pay off all your other debts. When shopping for a low-interest loan, it pays to consider nontraditional sources of credit, including peer-to-peer lending markets such as BTCjam. These markets can often provide better interest rates on unsecured personal loans than the typical bank.

Negotiate With Creditors

If refinancing is not an option, then you may be able to get a better deal by negotiating with each of your creditors individually. Phone creditors and explain that you are struggling to pay back the money you owe. You may be able to get them to agree to a new payment plan that reduces the amount you pay each month.

Keep Up Repayments

Once you have consolidated your debts or negotiated new payment terms with your creditors, it is important to stick to the agreement you have made. One of the advantages of consolidating debts is that you only have to make a single repayment each month. Note the repayment date prominently on your calendar and set an alert on your phone or computer to remind you to make the payment on time. If you forget to make payments, you may face additional fines or late-payment charges, so it is vital to keep up with them until your debts are fully paid off.

Stay Debt-Free

Climbing out of debt is tough, so you won’t want to fall back in. Stay out of debt by making a budget of your regular income and expenses and stick to it. Put some money into a savings account each month, so you have funds to draw on in an emergency, avoiding the need to borrow money. If you do need to borrow money in the future, use loans with a low interest rate, such as peer-to-peer unsecured loans, rather than turning to high-interest rate options such as credit cards. If you follow these tips, you can avoid falling back into the spiral of increasing debt.

Empréstimos em Datas Especiais: Compre o Que Você Quer e Precisa

O Natal e o Réveillon acabaram de passar e quem sentiu o drama de ter o bolso apertado na hora de presentear entes queridos, sabe bem o quanto isto é ruim. Mas a boa notícia é que há boas soluções para evitar isto nas próximas datas comemorativas que virão.

emprestimos-em-datas-especiais--compre-o-que-voce-quer-e-precisa

Como empréstimos em datas especiais podem ser ótimas soluções para você comprar o que quer e precisa sem preocupações? Confira nosso post a seguir e entenda!

Por que pensamos em empréstimos em datas especiais?

Todo mundo sempre espera ter condições para arcar com aquelas despesas anuais que vão além das contas simplesmente: ter dinheiro para presentear os entes queridos e amigos em aniversários, casamentos, formaturas, Natal, Páscoa e até no Ano Novo. Mas é fato que nem sempre o bolso está preparado para tudo o que gostaríamos de fazer.

Quando o orçamento aperta, pode ser necessário fazer empréstimos em datas especiais ou depois, para cobrir os gastos que excederam. Inclusive, há algumas ocasiões em que as próprias instituições financeiras criam produtos com este intuito, oferecendo crédito extra para férias e épocas de festividades. No entanto, nem sempre estas opções oferecem as melhores condições (em longo prazo, os juros podem ser altos, por exemplo).

Quando vale a pena fazê-los?

Contudo, não significa que não vale a pena fazer empréstimos em datas especiais. Significa apenas que você deve se atentar às melhores escolhas antes de fechar um acordo.

“Será que o que tenho é o suficiente?”

Fazer empréstimos em datas especiais pode valer a pena não só para épocas em que estamos precisando totalmente de dinheiro para comprar um presente ou fazer uma comemoração de natal, ano novo e demais ocasiões para reunir amigos e chamar a família toda pra festa. Pode ser útil também para os casos em que até temos uma certa quantia, mas gostaríamos de fazer mais e esse dinheiro não é o suficiente para todos os planos.

Por isso, neste post, falaremos um pouco sobre os empréstimos em datas especiais para se conseguir um objetivo específico como estes. Que podem envolver não só finalidades de presentear, como também viajar, visitar amigos em feriados prolongados, passar o natal, o ano novo na companhia de familiares que nem sempre moram perto, comprando o que você quer e precisa sem maior limitação.

Como definir o melhor empréstimo?

A seguir, acompanhe algumas dicas valiosas para estes momentos em que, muitas vezes, as pessoas necessitam comprar um presente ou fazer compras grandes para si próprias. Em que o empréstimo pode ser uma ótima solução, desde que feito da melhor forma.

O melhor empréstimo é aquele que, desde que intermediado por uma empresa de confiança, ofereça as condições mais facilitadas e vantajosas. Tanto para aquisição quanto para pagamento da dívida.

Oferecendo, assim, oportunidades mais próximas de suas condições. De preferência, trabalhando com um sistema de juros que não seja proibitivo, como a maioria, infelizmente, costuma ser.

Em datas especiais vs. Para datas especiais

Embora tudo pareça o mesmo, pode haver problemas se não soubermos diferenciar algumas coisas. Empréstimos em datas especiais são ótimas soluções quando precisamos de crédito pessoal ou crédito extra para realizar algum projeto, sem necessariamente declarar ou justificar sempre para que vamos usá-lo.

Ainda que esta informação, em alguns casos, seja útil para definir condições de negociação ou valor do empréstimo, às vezes é dispensável, dependendo da empresa que concede ou viabiliza o empréstimo. Dentre as opções de empréstimo disponíveis, pode haver, muitas vezes, alguma específica, como “empréstimo para férias”.

Mas aqui nos referimos àquelas oportunidades esporádicas que podem fazer uma propaganda bastante atrativa, mas “esconder” algumas ciladas. É necessário ver se não estão trabalhando sob condições “oportunistas”.

“Juros abusivos. Sim eles existem!
E os bancos adoram se aproveitar de pessoas que precisam.”

Justamente por saber que se trata de um momento especial e único, em que você não vai querer nem deixar passar em branco de nenhuma forma, que algumas empresas podem trabalhar com juros abusivos ou mais altos do que você imaginava. Por isso, empréstimos em datas especiais devem ser muito bem analisados.

Analise criteriosamente os tipos de empréstimos disponíveis

O ideal é tentar recorrer a empréstimos em datas especiais neutros ou créditos que, ainda que especificados para viagens ou férias, por exemplo, obedeçam às mesmas condições “invariáveis”. Existem diversas opções tradicionais disponíveis.

Crédito pessoal no banco em que se tem conta corrente, empréstimo consignado (aquele que é descontado diretamente de quem é assalariado, no holerite) ou em financeiras, por exemplo. No entanto, a maior parte delas trabalha com juros altos e, em caso de atraso nas parcelas e demais condições específicas, podem acarretar em custos ainda maiores para quem toma o empréstimo. Por isso, é necessário avaliar cuidadosamente os tipos e as condições contratuais dos empréstimos em datas especiais antes de adquiri-los, para evitar “surpresas” desagradáveis depois de pagar e perceber que ainda deve mais do que pensava.

Escolha opções inovadoras com taxas de juros menores

Sabemos que a parte pior de fazer empréstimos em datas especiais é sempre esta: o montante de juros ao final do pagamento. Às vezes diluídos ao longo das parcelas, tornam a proposta atrativa, mas uma simples conta nos permite ver o quanto vamos desembolsar de juros em maior prazo, o que pode desencorajar e impedir a realização do empréstimo.

Opções inovadoras, como empréstimos em datas especiais realizados pela BTCjam em Bitcoins (leia mais aqui) podem oferecer taxas de juros mais baixas e vantagens extras. Menos burocracia para conseguir seu empréstimo, rapidez (o que pode vir a calhar nestas datas específicas em que temos de arranjar dinheiro de última hora para presentear em dia ou não perder ocasiões especiais) e facilidade para pagar. Como se simplesmente fosse fazer isto dando o dinheiro diretamente para quem emprestou, sem a intervenção de bancos ou pagamentos de taxas administrativas a mais por este serviço.

Já conhece ou experimentou uma opção diferente assim? Já pensou em fazer empréstimos em datas especiais, para poder aproveitar melhor estes momentos? Sabe qual é a melhor forma de fazê-los, com ótima relação custo x benefício? Comente sua opinião e sua experiência abaixo e até o próximo post!

The Easy Way to Consolidate Debt Without Collateral

scramble letters image showing the word unsecured loans
What Is the Easy Way to Consolidate Debt?

When you consolidate debt, you combine several loans into one loan. A typical consolidation loan requires collateral. The easy way to consolidate debt without collateral is to use an unsecured personal loan that offers you lower interest rates with no collateral requirement.

Why Consolidate Debt?

People get into debt in a variety of ways. They may be paying off student loans, medical expenses, or credit card balances. They may need to finance a major purchase that can’t be paid for with their normal cash flow.

If you have multiple debts to manage, you’re faced with writing numerous checks every month. You need to work with each lender separately to make any changes to your payments. It’s more difficult to get the most beneficial loan when there are many lenders to work with.

There are good reasons to consolidate debt. You’ll simplify your bookkeeping by working with just one lender.You can usually reduce the overall interest rate you’re paying, which cuts down the amount of your monthly payment. Additionally, taking control of your debt will help you to protect your credit rating and could get your out of debt faster.

Do You Need Collateral to Consolidate Debt?

When people think of consolidating debt, the first thing that comes to mind is that they need collateral to guarantee the loan. For example, if you borrow money against your car, you’re using your car as collateral. It reduces the risk for the people lending to you because they can repossess your car to pay your debt if you can’t make the loan payments.

While collateral makes lenders happy, many borrowers would prefer not to put the things they own at risk. For example, if you use your home as collateral and something unexpected happens that prevents you from paying off the loan, you could lose your house. If you’re in a bad situation where you can’t make loan payments, the last thing you need is to end up homeless.

Unsecured Personal Loans Eliminate the Need for Collateral

In recent years, unsecured personal loans, also known as peer-to-peer loans, have become more popular and advantageous to all involved. With peer-to-peer lending, an individual can get a loan from other people, not financial institutions. Here’s how it works.

The person who wants to borrow funds submits a loan application. People who are looking to invest fund that loan—usually there are multiple investors involved to reduce each lender’s risk. The investor can build a diversified portfolio based on a comfortable level of risk, and the return is usually higher than an investor can get elsewhere. It’s a win-win proposition.

BTCjam: The Easiest and Best Way to Consolidate Debt

BTCjam offers a unique way to consolidate debt into an unsecured personal loan. What makes it unique is that the financing is done using BitCoins rather than dollars. Using BitCoins reduces the costs involved in managing the loan and loan payments. With fewer costs, loans can post a higher return to attract more investors.

BTCjam uses a proprietary Global Credit Score algorithm to accurately assess each loan’s risk. Investors can choose the level of risk they want to tolerate. Investors are also encouraged to fund different types of loans, which further reduces their risk.

Since investing at BTCjam is so attractive, borrowers get the advantage of a large pool of investors to fund their loans. Borrowers can define the rate they will pay and how the loan will be repaid. The interest rates are lower than those a borrower would find at their bank.

If you are planning to consolidate debts, BTCjam is the place where you can get the best loan available. Visit our website at BTCjam.com for more information and to get your unsecured loan started today.

BTCjam_Blog_Banner-EN

Empréstimo para as férias: Viajar em família ao seu alcance

Férias com a familia - Mãe, Pai e dois filhos nos ombros dos pais

A vida não é só trabalho! Ou pelo menos não deveria ser, não é mesmo? Afinal, trabalhamos para suprir nossas necessidades e de nossa família, para poder conquistar e realizar nossos projetos e objetivos pessoais. Mas, muitas vezes, o dinheiro que já temos em mãos não é o bastante para fazer tudo e é preciso optar por fazer um empréstimo para aproveitar as férias e fazer aquela viagem dos sonhos, por exemplo.

Certos momentos muito especiais, como o planejamento de uma viagem tão desejada, ter o descanso merecido, visitar entes familiares ou amigos em outras cidades, se divertir e recarregar as energiase conhecer novas culturas, podem criar grandes expectativas. No entanto, infelizmente, mesmo trabalhando muito, chegamos ao final do ano sem conseguir economizar a quantia que precisávamos para colocar esta ideia em prática. E aí, se não houver uma saída, parece que tudo vai água abaixo e (poxa vida!) o jeito é passar mais um mês de pausa com limitações, pois a grana não é suficiente para fazer aquilo que planejamos.

Se identificou? Quer viajar, mas está faltando um pouquinho de dinheiro? Acompanhe o post de hoje e descubra o que fazer!

Como resolver?

Recorrer a um empréstimo pode ser a solução de muita gente! Afinal, abrir mão da tão esperada viagem quando existem formas de antecipar este dinheiro e aproveitar não parece necessário, não é mesmo?

Mas ainda há muito receio ao optar-se por um tipo de solução como esta, pois a ideia de empréstimo quase sempre nos remete a grandes taxas de juros, dificuldades para provar documentação, ter a renda aprovada, complicações para pagar, entre outras dificuldades.

O que muitos não sabem, no entanto, é que o empréstimo para férias é uma realidade que pode estar ao alcance de um jeito muito mais fácil!

Então, como posso conseguir um bom empréstimo para as férias?

Podemos falar de vários tipos de empréstimos, mas já para deixar claro a nossa recomendação aqui é um empréstimo pessoal sem colateral através do BTCjam.

Quando falamos em um bom empréstimo, não estamos nos referindo somente à quantia que você irá pegar, o que é relativo e varia de acordo com a necessidade de cada cliente, mas, sim, do conjunto de condições – como facilidade de aquisição, juros mais baixos e pagamento descomplicado – que tornam esta uma boa opção.

Você pode recorrer a muitos tipos, como o crédito pessoal no banco em que tem conta. Geralmente, é um valor pré-aprovado, de acordo com seu perfil e movimentação bancária, que pode ser solicitado a qualquer momento e dividido em vários meses, mas há taxas “proibitivas”, que chegam a triplicar facilmente o valor tomado.

Também há o chamado empréstimo consignado, feito por uma financeira que, muitas vezes, pode ter parcerias com a empresa em que você trabalha e desconta mensalmente as parcelas diretamente do seu salário.

Há, ainda, a opção de empréstimo direto com a agência de turismo com a qual você pode negociar, cobrindo taxas excedentes a seu orçamento, permitindo maior liberdade na escolha de destinos, hotéis, companhias aéreas e pacotes de passeio.

Porém todos estes irão demandar um custo maior em médio prazo. Sem contar que requer pagamento de boletos, faturas de cobrança (no caso de viagens parceladas via carnê, por exemplo) ou outras formas de pagar que podem demandar esforços com idas até bancos, o que, em muitos casos, pode até atrapalhar o pagamento em dia e gerar atrasos ou multas que só irão aumentar o valor da dívida.

O que é o Bitcoin?

São diversas as opções entre os empréstimos bancários tradicionais, os consignados e tantos outros conhecidos. Mas você já pensou em um meio alternativo que possa lhe oferecer crédito sem complicações e com menores taxas?

Por meio de um marketplace (uma nova modalidade de comércio eletrônico em que um único site congrega diversas possibilidades de produtos de mais de uma empresa ou fornecedor) voltado, de forma inovadora, à concessão de crédito, você pode conseguir formas mais simples e menos caras de pegar um empréstimo.

O empréstimo para férias pode ser um dos produtos da categoria financeira ofertados por este tipo de opção e, se você ainda não conhece, saiba que existem muitos benefícios em escolher um assim.

Neste tipo de negociação, pessoas ao redor de todo o mundo podem procurar ou fornecer empréstimos em Bitcoin, o qual é uma opção de se fazer transações comerciais pela internet sem necessariamente terem de ser intermediadas por bancos. Funciona por meio de um software de código aberto projetado para usar uma espécie de moeda em rede “peer-to-peer”, que são registradas em um banco de dados de contabilidade pública – o chamado blockchain, ou seja, pagando mais diretamente a quem forneceu o valor, sem mais delongas. É, portanto, uma tecnologia digital baseada em criptomoedas e, por ser de código aberto, significa que pode ser utilizada e configurada por qualquer marketplace, sem depender de autoridades centrais, como bancos. Em outras palavras, Bitcoin é uma moeda digital, mas com valor de moeda real.

Além disso, é uma opção bastante segura, pois a criptografia utilizada para converter o pagamento em moeda que o receptor, no caso, pode sacar após a doação feita pelo tomador em bitcoins pela internet, também possibilita certificar que serão gastos somente por quem tem direito, evitando fraudes.

Quais as vantagens disso?

Empréstimo para férias por meio de um marketplace como esse pode trazer benefícios, tais como:

  • Possibilidade de taxas menores sobre os empréstimos;
  • Forma rápida e descomplicada de pagar e receber por Bitcoin, aproximando esta experiência do que seria dar uma nota diretamente a uma pessoa como pagamento, sem intermediários e sem maiores burocracias;
  • Nova opção de crédito em países como o Brasil, que pratica taxas geralmente muito altas em suas instituições financeiras, dificultando o acesso dos brasileiros a recursos que lhes ajudem a realizar projetos;
  • Você encontra um jeito mais fácil e descomplicado de conseguir o que precisa para não desistir de algo que é importante para você;
  • É benéfico pois atende até as necessidades de quem já tem um dinheiro suficiente para viajar, mas não possui muita liberdade para, eventualmente, poder gastar com coisas extras que apareçam.

Viu agora como um bom empréstimo para férias pode estar a seu alcance? Curta a nossa página no Facebook e fique ligado em outras novidades!

Banner-Blog-Decisao-Certa-Participe-600x250

O Guia Completo do Bitcoin

O que é Bitcoin?

E se a sociedade destruísse o império dos bancos, se recusando a transacionar através deles ou, melhor do que isso, criasse uma moeda paralela, que não sofresse a intervenção de nenhum governo, uma moeda livre, democrática e por que não dizer, anarquista (no sentido de questionamento ao status quo)?

Essa moeda já foi criada, fundindo a ideologia da liberdade de movimentação do capital e a tendência de “virtualização” da vida real. Surgiu então o Bitcoin.

bitcoin-moeda-fisica2

O Bitcoin é a mais importante criptomoeda da atualidade; ou seja, uma moeda virtual, criptografada para ser transacionada pela web entre usuários de qualquer parte do mundo, de forma direta e sem o crivo dos sistemas financeiros tradicionais. Ele rompe com o controle monetário dos Estados, com o poder imperativo dos órgãos tributários e com a intermediação abusiva das instituições financeiras. Foi criado em 2009, inspirado em um manifesto cyberpunk chamado “O dinheiro da internet”, base ideológica para que um programador (ou umgrupo deles) desenvolvesse o código principal do Bitcoin, sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto. Desde sua criação, outras moedas virtuais surgiram na web, como a Litecoin e a Mastercoin, mas sem alcançar sombra do apelo e popularidade da pioneira das criptomoedas.

Um dinheiro sem pátria nem patrão

Atualmente, 2 milhões de pessoas no mundo já possuem valores em Bitcoins, o que prova que essa moeda não possui tão baixa liquidez como alguns especialistas ligados ao setor bancário costumam apregoar erroneamente. A título de curiosidade, apenas no último mês de setembro, mais de  ฿ 10 mil foram negociados no Brasil, o que equivale a mais de R$ 9 milhões em transações.

Entender o porquê do surgimento do Bitcoin é muito simples e pode ser explicado por meio de uma analogia muito conhecida de todos. Quando vamos a uma loja de roupas, a vendedora costuma deixar claro que, caso o pagamento seja feito em dinheiro, é possível conceder um desconto “a mais”, em relação ao pagamento por meio de cartões de débito/crédito. Isso acontece pelo simples fato de que, no pagamento à vista, não há intermediários no negócio, como bandeiras, maquininhas de cartões, sistemas de pagamento on-line (como PayPal), etc. O Bitcoin se propõe a conciliar a praticidade de um pagamento online, com a economicidade do pagamento em papel moeda, mediante a ausência de taxas de instituições que costumam “atravessar” o negócio entre duas pessoas. Aqui, não há autoridades centrais (como Banco Central); não há controle estatal; não há bancos.

No dia a dia, essa moeda virtual pode ser usada livremente na compra de produtos ou serviços pela internet, para reserva de hotéis e até pagamento de corridas de taxi. No Brasil, mais de 150 empresas e profissionais já aceitam Bitcoin! Para quem quiser saber quais são os estabelecimentos que aceitam essa criptomoeda como forma de pagamento, basta clicar aqui!

Há ainda a possibilidade de contrair e fazer empréstimos em Bitcoins. Para o tomador, a vantagem são as taxas de juros muito mais baixas, que ocorrem pela simples retirada do agente financeiro da transação; para os emprestadores, a vantagem é a de receber toda a carga de juros de forma integral, sem a divisão do lucro com os grandes bancos do mercado.

Banner-Blog-Decisao-Certa-Participe-600x250

Por fim, outra utilização interessante e que tem se tornado bastante popular com relação a essa moeda é o investimento direto em Bitcoin, da mesma maneira como investimos em ativos presentes no mercado financeiro tradicional. Para se ter uma ideia das possibilidades de ganho, em janeiro de 2013, ฿ 1 valia em torno de US$ 13. Em Novembro do mesmo ano, o mesmo 1 Bitcoin valia US$ 727,90! Imagine o caso de um investidor que tenha comprado ฿ 1 mil em janeiro para vendê-los no final de 2013: nesta situação hipotética, ele teria gasto US$ 13 mil na compra das moedas e as vendido por incríveis US$ 727 mil, lucro de 5.500%!

Como o Bitcoin funciona?

Antes de entender como fazer uma transação por Bitcoins (na prática), é preciso compreender como funciona a “mecânica” por trás das negociações. Vamos a ela!

Quem deseja entrar nesse universo, deve, antes de tudo, ter uma carteira virtual, que pode ser criada gratuitamente por meio de um app mobile, um software ou on-line. Você pode criar sua carteira através deste endereço! Lembre-se que é através dele que você poderá conferir seu saldo e gerenciar suas operações!

Após concluir o cadastro, lhe será gerada uma identidade, uma chave pública com até 34 caracteres. Sempre que uma pessoa efetuar uma transação com você, é preciso que ela conheça esse seu código alfanumérico(e você, o dela).  O envio deste código é facilitado pela possibilidade de leitura através de QR Code (aquele código de barras bidimencional, que se assemelha ao layout dos clássicos jogos do Atari!).

Não se preocupe, essa chave critpográfica é pública. O que é secreto é a chave privada, um código ainda mais extenso, com 51 ou 52 caracteres, que se inicia com o numeral “5”, ou as letras “L” ou “K”. Assim, todas as pessoas que têm uma carteira virtual, têm sempre 2 chaves (uma pública, que é a sua identidade, e uma privada, que é sua senha). Os Bitcoins adquiridos podem ser armazenados na internet ou localmente, no computador do usuário.

A transferência de valores por meio dessa moeda virtual depende, portanto, de 3 elementos: endereço  do emissor (chave pública), endereço  do destinatário (chave pública) e chave privada do emissor(uma espécie de “senha”, que confirma as transações). Para que a transferência de Bitcoins seja realizada (caso de uma compra, por exemplo), é preciso se conectar brevemente à internet. Diferentemente do que ocorre com bancos, não há um sistema central para verificar o número das contas ou validar a operação. Esse detalhe, que veremos agora, é o que faz essa moeda a mais democrática e participativa da história moderna.

Seja seu próprio banco!

Toda a infraestrutura que mantém o sistema funcionando se dá através de bancos de dados descentralizados, que podem ter funcionamento no computador de qualquer usuário. Estes, chamados de “mineradores”, se encarregam também de validar as informações para posterior registro em uma página, chamada deblockchain (cadeia de blocos). O blockchain armazena todas as operações já feitas nessa moeda, é uma espécie de “livro-razão”, isto é, o instrumento através do qual se faz a contabilidade pública de todas as transações realizadas. Esse sistema serve como boa analogia para exemplificar o alto nível de publicidade das informações: diferentemente da escuridão das transações feitas pelos sistemas financeiros mundiais (você consegue, por exemplo, visualizar com detalhes todas as operações feitas, diariamente, em Bolsa de Valores?), tudo o que feito no mundo com Bitcoins está sempre à disposição de todos os usuários, para consulta a qualquer momento.
bank-image2

Já falamos um pouco do blockchain para facilitar seu entendimento da sistemática do Bitcoin, mas voltemos agora aos mineradores. A vantagem de ser um minerador é que este “empréstimo” da capacidade de processamento de seu PC (para sustentar os bancos de dados do sistema) é retribuído por meio de uma bonificação, estabelecida através de fração de Bitcoins (quanto mais poderoso seu computador, melhor o bônus!). Entretanto, como a fração de moedas ganha por operação é pequena, a maioria dos mineradores trabalha em grupos, juntando a capacidade de suas máquinas para formar um centro de dados mais potente, capaz de resolver os problemas de critptografia primeiro do que a concorrência (quando alguém faz uma operação por meio dessa moeda, inicia-se uma espécie de “corrida” entre as diversas máquinas no mundo; ganha a bonificação quem consolidar a operação primeiro do que outros voluntários ao redor do Globo). BTC Mine, Bitcoinpool.com, Slush’s pool e BTC Guild são alguns dos grupos indicados para quem deseja unir forças com outros mineradores.

Recapitulando: ao criar sua carteira virtual, o usuário do sistema passa a ter uma chave pública (endereço) e uma chave privada (espécie de senha). Basta saber o endereço do destinatário para fazer a operação. Entretanto, esta não será consolidada de imediato, pois é preciso esperar sua validação por meio dos mineradores espalhados pelo mundo, que ajudam a manter o banco de dados descentralizado e garantir o registro das operações no blockchain.

Maneiras de adquirir Bitcoins

É possível adquirir Bitcoins comprando essa moeda virtual por meio de “casas de câmbio” especiais (um caixa eletrônico específico). A primeira delas foi implantada no Canadá, ainda em 2013.  Já em janeiro deste ano, a Coinbase, empresa norte-americana especializada nessa moeda virtual, recebeu aval do governo dos EUA para operar em 24 estados do país. Embora essa concessão tenha sido feita com a condição de aceite de regulação por parte do Estado, de qualquer forma, a anuência norte-americana tende a popularizar ainda mais o uso da critpomoeda na maior economia do mundo.

Além da aquisição direta em casas de câmbio, a negociação de mercadorias por meio da moeda digital é outra forma de fazê-la circular no planeta; por fim, a concessão de empréstimos ou a realização de investimentos também é um canal de contato com essa inovação, que promete agir como um furacão no mercado financeiro tradicional.

Vale lembrar que a carteira virtual é a plataforma através da qual se materializam as transações. Existem até websites que ajudam a encontrar outras pessoas que queiram fazer negócios por meio de Bitcoins, como o LocalBitcoins.

Vantagens de pagamento por meio de Bitcoins

  • Ausência de taxas ou taxas muito pequenas;
  • Segurança: não há necessidade de fornecer dados pessoais para efetivar transações;
  • Controle total sobre as operações elimina chance de usuários serem lesados por comerciantes;
  • Transparência absoluta: todos os registros realizados mundialmente estão presentes no blockchain; dados criptografados garantem a proteção das operações.

Como converter bitcoin para moedas reais?

O Bitcoin é uma moeda que flutua ao sabor do conflito entre oferta e procura, exatamente como ocorre com qualquer outra moeda no mundo. Dessa maneira, as variações na cotação são diárias e podem acontecer por causa de diversos fatores macroeconômicos, conforme veremos adiante. Neste tópico, entretanto, o mais importante é entender onde verificar a cotação de um BTC (sigla do Bitcoin) e como fazer a conversão.

Com relação ao local de confirmação da cotação, o Google lançou recentemente um recurso interessante, permitindo que você saiba o valor atualizado dessa moeda virtual em relação ao Real. Basta digitar em seu próprio campo de pesquisa:

1 BTC to BRL

Ao confirmar a “busca”, o Google irá exibir em sua tela um quadro com a cotação atual, além de um gráfico mais abaixo, contendo as oscilações da unidade monetária ao longo do tempo.

Mas há ainda outras maneiras de conferir as oscilações nesta moeda digital. Este site mostra a cotação atualizada do BTC em relação ao Real.  Já para quem precisa de um layout mais completo, com gráficos e relatórios mais detalhados, este outro aqui é uma ótima opção!

O que é uma wallet e como usá-la?

Assim como guardamos nosso dinheiro em nossa carteira, de forma didática, podemos dizer que nossos Bitcoins são alocados em carteiras virtuais (wallets). A pé da letra, não são exatamente os Bitcoins que são armazenados nesse sistema, mas as informações necessárias para fazermos as transações (credenciais). Todavia, por amor à clareza do artigo, vamos entender a carteira virtual como dotada da mesma função que as carteiras físicas (armazenar nosso capital).

Existem diversos tipos de carteira virtual (wallets):

  • Softwares de carteira: se conectam à internet para consolidar as transações, mas armazenam as credenciais digitais (ou “moedas”, para fins didáticos) no dispositivo do usuário (HD do seu computador, por exemplo).
  • Carteiras on-line: armazenam suas moedas em um servidor virtual. É mais inseguro, portanto, deve-se ter cautela com esse recurso;
  • Carteiras físicas: armazenam off-line suas credenciais (moedas), através da impressão de papeis ou metais com inscrições dos dados;
  • Carteiras hardware: mantém as credenciais off-line (em seu hardware).

Alguns cuidados de segurança que devem ser tomados para proteger seus Bitcoins:

1) Nunca compartilhe o endereço da suas carteiras com pessoas que você não conheçe/confia.

2) Dê preferência a serviços de carteiras virtuais de alto nível de segurança, como o Electrum, que possibilita ao usuário alocar credenciais criptografada sem seu HD. Para complementar a segurança, é possível ainda utilizar um software especial para gerar uma senha forte e difícil de ser quebrada.

3) Ao fazer o download da carteira, certifique-se de estar utilizando uma fonte confiável.

Como o valor é cotado?

Conforme já citado, as variações de cotação do Bitcoin seguem a mesma lógica que impulsiona as alterações de valor nas moedas do mundo todo: a famosa lei da oferta e procura. Explicando de forma didática, quando a quantidade de pessoas interessadas em adquirir uma moeda aumenta sensivelmente (se tornando superior ao volume de vendedores), esta se valoriza, o que significa que sua cotação é jogada “aos céus”. Em momentos em que há muitas pessoas querendo se desfazer dessa mesma moeda e poucos interessados na compra, o valor desta é reduzido. Mas não se preocupe com essa gangorra, haja vista ser essa mecânica a mola propulsora de quase tudo o que existe na economia moderna: não é privilégio do Bitcoin.

valor-bitcoin-exchange2

Mas o que impulsionam exércitos de pessoas a desejarem comprar uma moeda, todos ao mesmo tempo ou, de outra forma, a venderem suas divisas desesperadamente, em um verdadeiro efeito manada?

A resposta são “fatos e boatos”. Já ouviu falar que um bom investidor “compra no fato e vende no boato”? Pois é, o Bitcoin também funciona nessa lógica. As notícias que são divulgadas diariamente no mundo, que interfiram direta ou indiretamente na negociação desta moeda virtual, podem influenciar seu valor (geralmente, de forma temporária). Essas oscilações bruscas até podem ser consideradas interessantes, pois permitem fazer bons negócios comprando a moeda na baixa e a vendendo na alta.

Um exemplo de notícia positiva que mexeu com os mercados foi a criação de um índice de preço Bitcoin por parte de ninguém menos do que a Bolsa de Nova York. A notícia, de maio deste ano, jogou a cotação da moeda às nuvens, permitindo ótimos negócios a quem já tinha Bitcoins em sua carteira virtual. De outro lado, podemos citar, como exemplo de péssimas notícias que podem abalar a cotação da moeda, a declaração do governo russo, do início do ano passado, enfatizando que “a moeda oficial da Rússia é o rublo e que a introdução de quaisquer outras unidades monetárias substitutas estaria proibida”.

De forma resumida, podemos inferir que as ameaças na cotação do Bitcoin podem vir das seguintes fontes:

  • Pressão dos governos e grandes bancos: a falta de controle sobre uma unidade monetária desespera grandes corporações financeiras e governos de todas as partes do mundo. A falta de Banco Central, de unidade de controle e de “tangibilidade” deste “novo dinheiro” fazem com que os Estados tenham dificuldade para taxar os ganhos de capital obtidos nesse formato, bem como que os bancos não consigam auferir lucros com as transações de terceiros (a razão de existir de uma instituição financeira).
  • Pressão de autoridades policiais internacionais: a intenção de criar uma moeda que desse liberdade de transação e privacidade aos usuários acabou gerando a insegurança destes oficiais acerca da possibilidade de haver lavagem de dinheiro através do Bitcoin. Isso porque as transações não exigem identificação, tornando difícil rastrear quem movimenta essa moeda. No entanto, vale ressaltar que o próprio anonimato na operação com papel moeda também pode ser usado, em tese, para cometer crimes, o que deixa claro que o Bitcoin em si mesmo nenhuma relação tem com essas questões.
  • Por fim, as ações de hackers que, embora difíceis de ocorrer (em função do alto nível de segurança proporcionado pelas chaves criptográficas), se efetivadas, podem resultar em abalos na cotação.

Há ainda outro detalhe interessante para citar com relação à cotação dessa moeda digital. A descentralização absoluta do Bitcoin faz com que existam várias cotações diferentes para a mesma moeda, permitindo a um investidor comprá-la em um mercado em que há desvalorização e revendê-la em outro, com outra cotação diferente, quase que de forma simultânea (esse fenômeno é o que se chama em Economia de arbitragem de ativos: quando se obtém ganho econômico com da diferença de preços existentes, para um mesmo ativo, em mercados distintos).

Fica claro, portanto, que, apesar das pressões (puramente temporárias), existem muitas maneiras de alcançar altíssima rentabilidade investindo em Bitcoins (basta entender melhor o mercado); da mesma forma, a ausência de taxas significativas torna a compra por meio dessa moeda muito mais vantajosa do que a efetivação de pagamento com cartões ou, mesmo, com dinheiro em espécie. Isso sem falar na estratégia que se tornou popular na Europa e Estados Unidos para fugir das altas taxas de juros dos créditos bancários (fazer empréstimos com Bitcoins a taxas até 20 vezes menores do que dos bancos!).

A sociedade de hoje é bem diferente da de décadas passadas. Estamos vivenciando uma revolução silenciosa, em que universo off-line e on-line são contraposições que perdem, a cada dia mais, qualquer sentido prático. O mundo vive hoje em estado de conectividade 24 horas, em um processo de “digitalização” das rotinas de vida que faz do homem um ser muito mais multifacetado do que em períodos passados. É natural que, diante de tantas modificações provocadas pela tecnologia e pela globalização, as relações comerciais também sejam transfiguradas, ou melhor, atualizadas para a nova dinâmica desse novo ser social. O Bitcoin é apenas um reflexo inevitável da maneira do homem moderno enxergar-se a si mesmo e, por mais que a moeda digital desperte a ojeriza de grandes corporações financeiras e de Estados totalitários, seu viés libertador dificilmente se submeterá ao sufocamento regulatório dos governos mundiais.

Interessante lembrar, com relação a essa questão, que algumas nações já começam, ainda que lentamente, reconhecer o Bitcoin como moeda legal (provavelmente por reconhecerem a impossibilidade de neutralizá-la). Em agosto de 2013, por exemplo, o Departamento de Finanças da Alemanha autorizou o uso da moeda virtual em transações financeiras privadas. Um ano depois, Dominica, uma pequena ilha no Caribe, se tornou o primeiro país a adotar o Bitcoin como moeda corrente, em uma ação oficial chamada de “Let the Bit Drop” (algo como “Deixe o Bitcoin fluir”). O impulso nacionalista que serviu de base para a criação dos estados-nação (em meados do século XVIII), estimulando a adoção de zonas cambiais rígidas, de medidas protecionistas e do controle de capitais, não tem mais espaço diante do universalismo do mundo atual.

Quem já conhece o funcionamento desse novo sistema monetário, saiu na frente dos outros e já desfruta dos benefícios de estar sempre na vanguarda das mudanças sociais. Um exemplo é a famosa história do norueguês Kristoffer Koch que, em 2009, acreditou na moeda digital quando o mundo ainda nem tinha ideia do que era Bitcoin, comprando menos de US$ 26,00 dessa moeda virtual. Quatro anos mais tarde, a valorização dessa unidade digital elevou seu patrimônio a impressionantes US$ 885,5 mil, fazendo do jovem nórdico, o primeiro caso de investimento de sucesso com Bitcoin. Mais uma evidência de que, parafraseando Charles Darwin, “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.”

E você, está preparado para as mudanças que estão sendo trazidas ao Brasil pelo Bitcoin?

Banner-Blog-Decisao-Certa-Participe-600x250