Empréstimo para as férias: Viajar em família ao seu alcance

Férias com a familia - Mãe, Pai e dois filhos nos ombros dos pais

A vida não é só trabalho! Ou pelo menos não deveria ser, não é mesmo? Afinal, trabalhamos para suprir nossas necessidades e de nossa família, para poder conquistar e realizar nossos projetos e objetivos pessoais. Mas, muitas vezes, o dinheiro que já temos em mãos não é o bastante para fazer tudo e é preciso optar por fazer um empréstimo para aproveitar as férias e fazer aquela viagem dos sonhos, por exemplo.

Certos momentos muito especiais, como o planejamento de uma viagem tão desejada, ter o descanso merecido, visitar entes familiares ou amigos em outras cidades, se divertir e recarregar as energiase conhecer novas culturas, podem criar grandes expectativas. No entanto, infelizmente, mesmo trabalhando muito, chegamos ao final do ano sem conseguir economizar a quantia que precisávamos para colocar esta ideia em prática. E aí, se não houver uma saída, parece que tudo vai água abaixo e (poxa vida!) o jeito é passar mais um mês de pausa com limitações, pois a grana não é suficiente para fazer aquilo que planejamos.

Se identificou? Quer viajar, mas está faltando um pouquinho de dinheiro? Acompanhe o post de hoje e descubra o que fazer!

Como resolver?

Recorrer a um empréstimo pode ser a solução de muita gente! Afinal, abrir mão da tão esperada viagem quando existem formas de antecipar este dinheiro e aproveitar não parece necessário, não é mesmo?

Mas ainda há muito receio ao optar-se por um tipo de solução como esta, pois a ideia de empréstimo quase sempre nos remete a grandes taxas de juros, dificuldades para provar documentação, ter a renda aprovada, complicações para pagar, entre outras dificuldades.

O que muitos não sabem, no entanto, é que o empréstimo para férias é uma realidade que pode estar ao alcance de um jeito muito mais fácil!

Então, como posso conseguir um bom empréstimo para as férias?

Podemos falar de vários tipos de empréstimos, mas já para deixar claro a nossa recomendação aqui é um empréstimo pessoal sem colateral através do BTCjam.

Quando falamos em um bom empréstimo, não estamos nos referindo somente à quantia que você irá pegar, o que é relativo e varia de acordo com a necessidade de cada cliente, mas, sim, do conjunto de condições – como facilidade de aquisição, juros mais baixos e pagamento descomplicado – que tornam esta uma boa opção.

Você pode recorrer a muitos tipos, como o crédito pessoal no banco em que tem conta. Geralmente, é um valor pré-aprovado, de acordo com seu perfil e movimentação bancária, que pode ser solicitado a qualquer momento e dividido em vários meses, mas há taxas “proibitivas”, que chegam a triplicar facilmente o valor tomado.

Também há o chamado empréstimo consignado, feito por uma financeira que, muitas vezes, pode ter parcerias com a empresa em que você trabalha e desconta mensalmente as parcelas diretamente do seu salário.

Há, ainda, a opção de empréstimo direto com a agência de turismo com a qual você pode negociar, cobrindo taxas excedentes a seu orçamento, permitindo maior liberdade na escolha de destinos, hotéis, companhias aéreas e pacotes de passeio.

Porém todos estes irão demandar um custo maior em médio prazo. Sem contar que requer pagamento de boletos, faturas de cobrança (no caso de viagens parceladas via carnê, por exemplo) ou outras formas de pagar que podem demandar esforços com idas até bancos, o que, em muitos casos, pode até atrapalhar o pagamento em dia e gerar atrasos ou multas que só irão aumentar o valor da dívida.

O que é o Bitcoin?

São diversas as opções entre os empréstimos bancários tradicionais, os consignados e tantos outros conhecidos. Mas você já pensou em um meio alternativo que possa lhe oferecer crédito sem complicações e com menores taxas?

Por meio de um marketplace (uma nova modalidade de comércio eletrônico em que um único site congrega diversas possibilidades de produtos de mais de uma empresa ou fornecedor) voltado, de forma inovadora, à concessão de crédito, você pode conseguir formas mais simples e menos caras de pegar um empréstimo.

O empréstimo para férias pode ser um dos produtos da categoria financeira ofertados por este tipo de opção e, se você ainda não conhece, saiba que existem muitos benefícios em escolher um assim.

Neste tipo de negociação, pessoas ao redor de todo o mundo podem procurar ou fornecer empréstimos em Bitcoin, o qual é uma opção de se fazer transações comerciais pela internet sem necessariamente terem de ser intermediadas por bancos. Funciona por meio de um software de código aberto projetado para usar uma espécie de moeda em rede “peer-to-peer”, que são registradas em um banco de dados de contabilidade pública – o chamado blockchain, ou seja, pagando mais diretamente a quem forneceu o valor, sem mais delongas. É, portanto, uma tecnologia digital baseada em criptomoedas e, por ser de código aberto, significa que pode ser utilizada e configurada por qualquer marketplace, sem depender de autoridades centrais, como bancos. Em outras palavras, Bitcoin é uma moeda digital, mas com valor de moeda real.

Além disso, é uma opção bastante segura, pois a criptografia utilizada para converter o pagamento em moeda que o receptor, no caso, pode sacar após a doação feita pelo tomador em bitcoins pela internet, também possibilita certificar que serão gastos somente por quem tem direito, evitando fraudes.

Quais as vantagens disso?

Empréstimo para férias por meio de um marketplace como esse pode trazer benefícios, tais como:

  • Possibilidade de taxas menores sobre os empréstimos;
  • Forma rápida e descomplicada de pagar e receber por Bitcoin, aproximando esta experiência do que seria dar uma nota diretamente a uma pessoa como pagamento, sem intermediários e sem maiores burocracias;
  • Nova opção de crédito em países como o Brasil, que pratica taxas geralmente muito altas em suas instituições financeiras, dificultando o acesso dos brasileiros a recursos que lhes ajudem a realizar projetos;
  • Você encontra um jeito mais fácil e descomplicado de conseguir o que precisa para não desistir de algo que é importante para você;
  • É benéfico pois atende até as necessidades de quem já tem um dinheiro suficiente para viajar, mas não possui muita liberdade para, eventualmente, poder gastar com coisas extras que apareçam.

Viu agora como um bom empréstimo para férias pode estar a seu alcance? Curta a nossa página no Facebook e fique ligado em outras novidades!

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O Guia Completo do Bitcoin

O que é Bitcoin?

E se a sociedade destruísse o império dos bancos, se recusando a transacionar através deles ou, melhor do que isso, criasse uma moeda paralela, que não sofresse a intervenção de nenhum governo, uma moeda livre, democrática e por que não dizer, anarquista (no sentido de questionamento ao status quo)?

Essa moeda já foi criada, fundindo a ideologia da liberdade de movimentação do capital e a tendência de “virtualização” da vida real. Surgiu então o Bitcoin.

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O Bitcoin é a mais importante criptomoeda da atualidade; ou seja, uma moeda virtual, criptografada para ser transacionada pela web entre usuários de qualquer parte do mundo, de forma direta e sem o crivo dos sistemas financeiros tradicionais. Ele rompe com o controle monetário dos Estados, com o poder imperativo dos órgãos tributários e com a intermediação abusiva das instituições financeiras. Foi criado em 2009, inspirado em um manifesto cyberpunk chamado “O dinheiro da internet”, base ideológica para que um programador (ou umgrupo deles) desenvolvesse o código principal do Bitcoin, sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto. Desde sua criação, outras moedas virtuais surgiram na web, como a Litecoin e a Mastercoin, mas sem alcançar sombra do apelo e popularidade da pioneira das criptomoedas.

Um dinheiro sem pátria nem patrão

Atualmente, 2 milhões de pessoas no mundo já possuem valores em Bitcoins, o que prova que essa moeda não possui tão baixa liquidez como alguns especialistas ligados ao setor bancário costumam apregoar erroneamente. A título de curiosidade, apenas no último mês de setembro, mais de  ฿ 10 mil foram negociados no Brasil, o que equivale a mais de R$ 9 milhões em transações.

Entender o porquê do surgimento do Bitcoin é muito simples e pode ser explicado por meio de uma analogia muito conhecida de todos. Quando vamos a uma loja de roupas, a vendedora costuma deixar claro que, caso o pagamento seja feito em dinheiro, é possível conceder um desconto “a mais”, em relação ao pagamento por meio de cartões de débito/crédito. Isso acontece pelo simples fato de que, no pagamento à vista, não há intermediários no negócio, como bandeiras, maquininhas de cartões, sistemas de pagamento on-line (como PayPal), etc. O Bitcoin se propõe a conciliar a praticidade de um pagamento online, com a economicidade do pagamento em papel moeda, mediante a ausência de taxas de instituições que costumam “atravessar” o negócio entre duas pessoas. Aqui, não há autoridades centrais (como Banco Central); não há controle estatal; não há bancos.

No dia a dia, essa moeda virtual pode ser usada livremente na compra de produtos ou serviços pela internet, para reserva de hotéis e até pagamento de corridas de taxi. No Brasil, mais de 150 empresas e profissionais já aceitam Bitcoin! Para quem quiser saber quais são os estabelecimentos que aceitam essa criptomoeda como forma de pagamento, basta clicar aqui!

Há ainda a possibilidade de contrair e fazer empréstimos em Bitcoins. Para o tomador, a vantagem são as taxas de juros muito mais baixas, que ocorrem pela simples retirada do agente financeiro da transação; para os emprestadores, a vantagem é a de receber toda a carga de juros de forma integral, sem a divisão do lucro com os grandes bancos do mercado.

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Por fim, outra utilização interessante e que tem se tornado bastante popular com relação a essa moeda é o investimento direto em Bitcoin, da mesma maneira como investimos em ativos presentes no mercado financeiro tradicional. Para se ter uma ideia das possibilidades de ganho, em janeiro de 2013, ฿ 1 valia em torno de US$ 13. Em Novembro do mesmo ano, o mesmo 1 Bitcoin valia US$ 727,90! Imagine o caso de um investidor que tenha comprado ฿ 1 mil em janeiro para vendê-los no final de 2013: nesta situação hipotética, ele teria gasto US$ 13 mil na compra das moedas e as vendido por incríveis US$ 727 mil, lucro de 5.500%!

Como o Bitcoin funciona?

Antes de entender como fazer uma transação por Bitcoins (na prática), é preciso compreender como funciona a “mecânica” por trás das negociações. Vamos a ela!

Quem deseja entrar nesse universo, deve, antes de tudo, ter uma carteira virtual, que pode ser criada gratuitamente por meio de um app mobile, um software ou on-line. Você pode criar sua carteira através deste endereço! Lembre-se que é através dele que você poderá conferir seu saldo e gerenciar suas operações!

Após concluir o cadastro, lhe será gerada uma identidade, uma chave pública com até 34 caracteres. Sempre que uma pessoa efetuar uma transação com você, é preciso que ela conheça esse seu código alfanumérico(e você, o dela).  O envio deste código é facilitado pela possibilidade de leitura através de QR Code (aquele código de barras bidimencional, que se assemelha ao layout dos clássicos jogos do Atari!).

Não se preocupe, essa chave critpográfica é pública. O que é secreto é a chave privada, um código ainda mais extenso, com 51 ou 52 caracteres, que se inicia com o numeral “5”, ou as letras “L” ou “K”. Assim, todas as pessoas que têm uma carteira virtual, têm sempre 2 chaves (uma pública, que é a sua identidade, e uma privada, que é sua senha). Os Bitcoins adquiridos podem ser armazenados na internet ou localmente, no computador do usuário.

A transferência de valores por meio dessa moeda virtual depende, portanto, de 3 elementos: endereço  do emissor (chave pública), endereço  do destinatário (chave pública) e chave privada do emissor(uma espécie de “senha”, que confirma as transações). Para que a transferência de Bitcoins seja realizada (caso de uma compra, por exemplo), é preciso se conectar brevemente à internet. Diferentemente do que ocorre com bancos, não há um sistema central para verificar o número das contas ou validar a operação. Esse detalhe, que veremos agora, é o que faz essa moeda a mais democrática e participativa da história moderna.

Seja seu próprio banco!

Toda a infraestrutura que mantém o sistema funcionando se dá através de bancos de dados descentralizados, que podem ter funcionamento no computador de qualquer usuário. Estes, chamados de “mineradores”, se encarregam também de validar as informações para posterior registro em uma página, chamada deblockchain (cadeia de blocos). O blockchain armazena todas as operações já feitas nessa moeda, é uma espécie de “livro-razão”, isto é, o instrumento através do qual se faz a contabilidade pública de todas as transações realizadas. Esse sistema serve como boa analogia para exemplificar o alto nível de publicidade das informações: diferentemente da escuridão das transações feitas pelos sistemas financeiros mundiais (você consegue, por exemplo, visualizar com detalhes todas as operações feitas, diariamente, em Bolsa de Valores?), tudo o que feito no mundo com Bitcoins está sempre à disposição de todos os usuários, para consulta a qualquer momento.
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Já falamos um pouco do blockchain para facilitar seu entendimento da sistemática do Bitcoin, mas voltemos agora aos mineradores. A vantagem de ser um minerador é que este “empréstimo” da capacidade de processamento de seu PC (para sustentar os bancos de dados do sistema) é retribuído por meio de uma bonificação, estabelecida através de fração de Bitcoins (quanto mais poderoso seu computador, melhor o bônus!). Entretanto, como a fração de moedas ganha por operação é pequena, a maioria dos mineradores trabalha em grupos, juntando a capacidade de suas máquinas para formar um centro de dados mais potente, capaz de resolver os problemas de critptografia primeiro do que a concorrência (quando alguém faz uma operação por meio dessa moeda, inicia-se uma espécie de “corrida” entre as diversas máquinas no mundo; ganha a bonificação quem consolidar a operação primeiro do que outros voluntários ao redor do Globo). BTC Mine, Bitcoinpool.com, Slush’s pool e BTC Guild são alguns dos grupos indicados para quem deseja unir forças com outros mineradores.

Recapitulando: ao criar sua carteira virtual, o usuário do sistema passa a ter uma chave pública (endereço) e uma chave privada (espécie de senha). Basta saber o endereço do destinatário para fazer a operação. Entretanto, esta não será consolidada de imediato, pois é preciso esperar sua validação por meio dos mineradores espalhados pelo mundo, que ajudam a manter o banco de dados descentralizado e garantir o registro das operações no blockchain.

Maneiras de adquirir Bitcoins

É possível adquirir Bitcoins comprando essa moeda virtual por meio de “casas de câmbio” especiais (um caixa eletrônico específico). A primeira delas foi implantada no Canadá, ainda em 2013.  Já em janeiro deste ano, a Coinbase, empresa norte-americana especializada nessa moeda virtual, recebeu aval do governo dos EUA para operar em 24 estados do país. Embora essa concessão tenha sido feita com a condição de aceite de regulação por parte do Estado, de qualquer forma, a anuência norte-americana tende a popularizar ainda mais o uso da critpomoeda na maior economia do mundo.

Além da aquisição direta em casas de câmbio, a negociação de mercadorias por meio da moeda digital é outra forma de fazê-la circular no planeta; por fim, a concessão de empréstimos ou a realização de investimentos também é um canal de contato com essa inovação, que promete agir como um furacão no mercado financeiro tradicional.

Vale lembrar que a carteira virtual é a plataforma através da qual se materializam as transações. Existem até websites que ajudam a encontrar outras pessoas que queiram fazer negócios por meio de Bitcoins, como o LocalBitcoins.

Vantagens de pagamento por meio de Bitcoins

  • Ausência de taxas ou taxas muito pequenas;
  • Segurança: não há necessidade de fornecer dados pessoais para efetivar transações;
  • Controle total sobre as operações elimina chance de usuários serem lesados por comerciantes;
  • Transparência absoluta: todos os registros realizados mundialmente estão presentes no blockchain; dados criptografados garantem a proteção das operações.

Como converter bitcoin para moedas reais?

O Bitcoin é uma moeda que flutua ao sabor do conflito entre oferta e procura, exatamente como ocorre com qualquer outra moeda no mundo. Dessa maneira, as variações na cotação são diárias e podem acontecer por causa de diversos fatores macroeconômicos, conforme veremos adiante. Neste tópico, entretanto, o mais importante é entender onde verificar a cotação de um BTC (sigla do Bitcoin) e como fazer a conversão.

Com relação ao local de confirmação da cotação, o Google lançou recentemente um recurso interessante, permitindo que você saiba o valor atualizado dessa moeda virtual em relação ao Real. Basta digitar em seu próprio campo de pesquisa:

1 BTC to BRL

Ao confirmar a “busca”, o Google irá exibir em sua tela um quadro com a cotação atual, além de um gráfico mais abaixo, contendo as oscilações da unidade monetária ao longo do tempo.

Mas há ainda outras maneiras de conferir as oscilações nesta moeda digital. Este site mostra a cotação atualizada do BTC em relação ao Real.  Já para quem precisa de um layout mais completo, com gráficos e relatórios mais detalhados, este outro aqui é uma ótima opção!

O que é uma wallet e como usá-la?

Assim como guardamos nosso dinheiro em nossa carteira, de forma didática, podemos dizer que nossos Bitcoins são alocados em carteiras virtuais (wallets). A pé da letra, não são exatamente os Bitcoins que são armazenados nesse sistema, mas as informações necessárias para fazermos as transações (credenciais). Todavia, por amor à clareza do artigo, vamos entender a carteira virtual como dotada da mesma função que as carteiras físicas (armazenar nosso capital).

Existem diversos tipos de carteira virtual (wallets):

  • Softwares de carteira: se conectam à internet para consolidar as transações, mas armazenam as credenciais digitais (ou “moedas”, para fins didáticos) no dispositivo do usuário (HD do seu computador, por exemplo).
  • Carteiras on-line: armazenam suas moedas em um servidor virtual. É mais inseguro, portanto, deve-se ter cautela com esse recurso;
  • Carteiras físicas: armazenam off-line suas credenciais (moedas), através da impressão de papeis ou metais com inscrições dos dados;
  • Carteiras hardware: mantém as credenciais off-line (em seu hardware).

Alguns cuidados de segurança que devem ser tomados para proteger seus Bitcoins:

1) Nunca compartilhe o endereço da suas carteiras com pessoas que você não conheçe/confia.

2) Dê preferência a serviços de carteiras virtuais de alto nível de segurança, como o Electrum, que possibilita ao usuário alocar credenciais criptografada sem seu HD. Para complementar a segurança, é possível ainda utilizar um software especial para gerar uma senha forte e difícil de ser quebrada.

3) Ao fazer o download da carteira, certifique-se de estar utilizando uma fonte confiável.

Como o valor é cotado?

Conforme já citado, as variações de cotação do Bitcoin seguem a mesma lógica que impulsiona as alterações de valor nas moedas do mundo todo: a famosa lei da oferta e procura. Explicando de forma didática, quando a quantidade de pessoas interessadas em adquirir uma moeda aumenta sensivelmente (se tornando superior ao volume de vendedores), esta se valoriza, o que significa que sua cotação é jogada “aos céus”. Em momentos em que há muitas pessoas querendo se desfazer dessa mesma moeda e poucos interessados na compra, o valor desta é reduzido. Mas não se preocupe com essa gangorra, haja vista ser essa mecânica a mola propulsora de quase tudo o que existe na economia moderna: não é privilégio do Bitcoin.

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Mas o que impulsionam exércitos de pessoas a desejarem comprar uma moeda, todos ao mesmo tempo ou, de outra forma, a venderem suas divisas desesperadamente, em um verdadeiro efeito manada?

A resposta são “fatos e boatos”. Já ouviu falar que um bom investidor “compra no fato e vende no boato”? Pois é, o Bitcoin também funciona nessa lógica. As notícias que são divulgadas diariamente no mundo, que interfiram direta ou indiretamente na negociação desta moeda virtual, podem influenciar seu valor (geralmente, de forma temporária). Essas oscilações bruscas até podem ser consideradas interessantes, pois permitem fazer bons negócios comprando a moeda na baixa e a vendendo na alta.

Um exemplo de notícia positiva que mexeu com os mercados foi a criação de um índice de preço Bitcoin por parte de ninguém menos do que a Bolsa de Nova York. A notícia, de maio deste ano, jogou a cotação da moeda às nuvens, permitindo ótimos negócios a quem já tinha Bitcoins em sua carteira virtual. De outro lado, podemos citar, como exemplo de péssimas notícias que podem abalar a cotação da moeda, a declaração do governo russo, do início do ano passado, enfatizando que “a moeda oficial da Rússia é o rublo e que a introdução de quaisquer outras unidades monetárias substitutas estaria proibida”.

De forma resumida, podemos inferir que as ameaças na cotação do Bitcoin podem vir das seguintes fontes:

  • Pressão dos governos e grandes bancos: a falta de controle sobre uma unidade monetária desespera grandes corporações financeiras e governos de todas as partes do mundo. A falta de Banco Central, de unidade de controle e de “tangibilidade” deste “novo dinheiro” fazem com que os Estados tenham dificuldade para taxar os ganhos de capital obtidos nesse formato, bem como que os bancos não consigam auferir lucros com as transações de terceiros (a razão de existir de uma instituição financeira).
  • Pressão de autoridades policiais internacionais: a intenção de criar uma moeda que desse liberdade de transação e privacidade aos usuários acabou gerando a insegurança destes oficiais acerca da possibilidade de haver lavagem de dinheiro através do Bitcoin. Isso porque as transações não exigem identificação, tornando difícil rastrear quem movimenta essa moeda. No entanto, vale ressaltar que o próprio anonimato na operação com papel moeda também pode ser usado, em tese, para cometer crimes, o que deixa claro que o Bitcoin em si mesmo nenhuma relação tem com essas questões.
  • Por fim, as ações de hackers que, embora difíceis de ocorrer (em função do alto nível de segurança proporcionado pelas chaves criptográficas), se efetivadas, podem resultar em abalos na cotação.

Há ainda outro detalhe interessante para citar com relação à cotação dessa moeda digital. A descentralização absoluta do Bitcoin faz com que existam várias cotações diferentes para a mesma moeda, permitindo a um investidor comprá-la em um mercado em que há desvalorização e revendê-la em outro, com outra cotação diferente, quase que de forma simultânea (esse fenômeno é o que se chama em Economia de arbitragem de ativos: quando se obtém ganho econômico com da diferença de preços existentes, para um mesmo ativo, em mercados distintos).

Fica claro, portanto, que, apesar das pressões (puramente temporárias), existem muitas maneiras de alcançar altíssima rentabilidade investindo em Bitcoins (basta entender melhor o mercado); da mesma forma, a ausência de taxas significativas torna a compra por meio dessa moeda muito mais vantajosa do que a efetivação de pagamento com cartões ou, mesmo, com dinheiro em espécie. Isso sem falar na estratégia que se tornou popular na Europa e Estados Unidos para fugir das altas taxas de juros dos créditos bancários (fazer empréstimos com Bitcoins a taxas até 20 vezes menores do que dos bancos!).

A sociedade de hoje é bem diferente da de décadas passadas. Estamos vivenciando uma revolução silenciosa, em que universo off-line e on-line são contraposições que perdem, a cada dia mais, qualquer sentido prático. O mundo vive hoje em estado de conectividade 24 horas, em um processo de “digitalização” das rotinas de vida que faz do homem um ser muito mais multifacetado do que em períodos passados. É natural que, diante de tantas modificações provocadas pela tecnologia e pela globalização, as relações comerciais também sejam transfiguradas, ou melhor, atualizadas para a nova dinâmica desse novo ser social. O Bitcoin é apenas um reflexo inevitável da maneira do homem moderno enxergar-se a si mesmo e, por mais que a moeda digital desperte a ojeriza de grandes corporações financeiras e de Estados totalitários, seu viés libertador dificilmente se submeterá ao sufocamento regulatório dos governos mundiais.

Interessante lembrar, com relação a essa questão, que algumas nações já começam, ainda que lentamente, reconhecer o Bitcoin como moeda legal (provavelmente por reconhecerem a impossibilidade de neutralizá-la). Em agosto de 2013, por exemplo, o Departamento de Finanças da Alemanha autorizou o uso da moeda virtual em transações financeiras privadas. Um ano depois, Dominica, uma pequena ilha no Caribe, se tornou o primeiro país a adotar o Bitcoin como moeda corrente, em uma ação oficial chamada de “Let the Bit Drop” (algo como “Deixe o Bitcoin fluir”). O impulso nacionalista que serviu de base para a criação dos estados-nação (em meados do século XVIII), estimulando a adoção de zonas cambiais rígidas, de medidas protecionistas e do controle de capitais, não tem mais espaço diante do universalismo do mundo atual.

Quem já conhece o funcionamento desse novo sistema monetário, saiu na frente dos outros e já desfruta dos benefícios de estar sempre na vanguarda das mudanças sociais. Um exemplo é a famosa história do norueguês Kristoffer Koch que, em 2009, acreditou na moeda digital quando o mundo ainda nem tinha ideia do que era Bitcoin, comprando menos de US$ 26,00 dessa moeda virtual. Quatro anos mais tarde, a valorização dessa unidade digital elevou seu patrimônio a impressionantes US$ 885,5 mil, fazendo do jovem nórdico, o primeiro caso de investimento de sucesso com Bitcoin. Mais uma evidência de que, parafraseando Charles Darwin, “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.”

E você, está preparado para as mudanças que estão sendo trazidas ao Brasil pelo Bitcoin?

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Performance Reporting is Here

We’re excited to announce the addition of performance reporting – an evolution of the investments page.  This enables investors to easily view the results of investments at anytime.  Additionally, investors can see the performance of their AutoInvest portfolio versus individually selected loans.

Investors can see how their accounts are performing through the following components: Net Annualized Return (NAR)

  • Net Annualized Return (NAR)
  • Account Value
  • Interest received with a payments summary
  • Portfolio Risk Score

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NET ANNUALIZED RETURN (NAR)

The first set of information you will notice is net annualized return (NAR) which is a measurement of the performance of your total investment on BTCjam. It reflects the payments actually received each month.

The returns are calculated by simply projecting all the current loans as fully repaid and all late loans as defaulted. The annualization assumes that all your capital will be reinvested in similar loans.

NAR can be expressed as this formula, for any period from month 1 to month N, where “i” is the recurring monthly period:
NAR

For note trading, the amount you pay for a note is added as principal invested. All the payments you get from a note are fully added to your returns.

You can see the chart with the breakdown by listing grade you invested in (from A to D) and also how your AutoInvest plans are performing against the average NAR of other investor’s AutoInvest plans.

NAR is calculated dynamically taking into account all information available at the time. This only reflects your return starting with funds invested on or after April 1st, 2014, as this is when BTCjam started using this calculation.

ACCOUNT VALUE

Account Value

Account Value offers a great way to see your total account value and it’s segmented by what is available cash in bitcoin (converted to your display currency), accrued Interest, in funding investments, and outstanding principal.

INTEREST RECEIVED

Interest received is segmented by score group where the allocation percentage to the left is based on the total amount received.

Interest Received Investor Page

Your payments summary shows the total amount you have received in payments. It is a sum of payments to date, principal received, interest received, and late fees received.

PORTFOLIO RISK SCORE

Screen Shot 2015-12-15 at 6.26.16 PM

Portfolio risk is based upon the number of investments you have made along with the consistency of amounts in each loan. The risk range is expressed as Low, Moderate, or High. The lower the risk is, the higher the probability of the portfolio achieving the expected NAR¹.

To reduce risk, diversify your portfolio by investing the exact amount on each loan you want to participate in². The best way to do that is through an AutoInvest plan: set the parameters and let our system automatically invest in hundreds of loans for you.

With this recent development and many more exciting things in our pipeline, we welcome you to try this new feature for your own account. If you’re not a current member, create an account. Enrollment process is simple and you can earn up 18% returns on your bitcoin³.

View Portfolio          Blog button 2


¹ Information in this chart is for information only.  It is impersonal and not individualized for any specific investor’s financial situation and it is not investment advice.  This chart is not intended to be, nor should you interpret it to be, a prediction of how a particular portfolio will actually perform.  You should always carefully consider investments and should be comfortable with your understanding of the investment.  You may also consider consulting investment professionals.  

² This information is not intended to be investment advice. Loans invested in via BTCjam are not guaranteed or insured, and investors may lose some or all of the principal invested. You should consult your financial advisor if you have any questions or need additional information. Actual results may vary.

³ Historical performance is not a guarantee of future results. Loans invested in via BTCjam are not guaranteed or insured, and investors may lose some or all of the principal invested.

Dicas para Aumentar sua Seguraça no BTCjam

(See this article in English)

Olá Membro do BTCjam,

No BTCjam devotamos recursos significativos para protegermos os ativos a nós confiados. Não obstante, nós também encorajamos que você tome as medidas necessárias para prevenir acesso não-autorizado a sua conta. A dica primordial é que você ative na sua conta a Autenticação em Duas Etapas (2FA ou TFA, que em inglês chama-se Two Factor Authentication). Além de habilitar o TFA, preparamos uma lista de dicas neste artigo, para ajudar a prevenir acesso indevido a sua conta. São apenas alguns exemplos para manter a sua segurança no BTCjam, mas que também podem ser aplicados em outros serviços online.

password-security

Primeiro, sua senha deve seguir princípios básicos de seguraça para evitar que hackers consigam adivinha-la.

Senhas – o que fazer:

  1. Crie senhas complexas que contem números, letras (maiúsculas e minúsculas) e caracteres especiais (como & ou %).
  2. Crie senhas diferentes para suas contas em mídias sociais, email e bancos.

Senhas – o que NUNCA fazer:

  1. Nunca use seu nome ou de qualquer familiar como parte de sua senha.
  2. Não use sua data de nascimento ou qualquer informação facilmente identificável na sua senha.
  3. Jamais repita sua senha em múltiplas contas.
  4. Não use informações que possam ser adquiridas em mídias sociais como parte da sua senha.

Uma observação importante: seu email pessoal é a peça fundamental contra hackers uma vez que com seu email, um hacker consegue acesso ao seu histórico de mensagens e descobre todas os serviços que você utiliza, além de poder confirmar a troca de senhas em serviços online a sua revelia.

Segundo, preste atenção para certeza que está acessando realmente o site desejado e não um clone dele. Para comprovar a veracidade do site, procure um ícone de cadeado na barra de endereços do seu navegador. Ao clicar no cadeado você deve ver informações sobre o site e/ou empresa proprietária do site.

https btcjam website

Por fim, fique atento ao utilizar redes wi-fi desprotegidas e computadores públicos. Essas são as principais formas com que vírus-espiões conseguem informações de pessoas para depois serem usadas por hackers para acesso a dados mais sigilosos.

A intenção desse artigo não é assustar ninguém mas apenas como um alerta acerca dos riscos de hoje em dia. Fique tranquilo, nós continuaremos a investir pesado em segurança da sua conta e seus dados pessoais.

PS: Só para deixar claro – JAMAIS solicitaremos que nos envie dinheiro para ter seu empréstimo aprovado. Afinal, nós somos uma plataforma com a missão clara de oferecer crédito acessível para pessoas que estão mal-precificadas e portanto pagam juros mais altos do que merecem!

 

Q&A Recap with CEO Celso Pitta

Hello BTCjam members,

Last week we had a LIVE Q&A session with our CEO, Celso Pitta in order to answer questions from our community regarding BTCjam’s plans for the future, and also to get some feedback on how we can improve the platform.

Our goal here is to be 100% transparent with our members and give a voice to the community. We believe that this is a step forward for the communication aspect of the platform; user feedback is important and can result in better returns for our investors as well as better loan rates for our borrowers, which is the ultimate goal at BTCjam.

The session took place on Wednesday, September 30th at 7pm.
If you didn’t get the chance to view the live session you can check out the video on YouTube or below:

Below you’ll find 26 questions that we answered during the live session. We’ve included the usernames and the original questions for your convenience.

  1. David (5:17 min)
    Any plans to add images to loan requests?
  2. Apr Guy (6:43 min)
    When will you fix your APR calculation to be mathematically correct?
  3. Cindy (9:09 min)
    First, gotta say love the vision. It’s a tough market to figure out as evidenced by the thread here. Crowd mentality is difficult to deal with – how do you screen the loan and borrower base?
  4. Gene Kavner (9:20 min)
    One of the biggest challenges you guys have is there is very little consequence for a bad borrower to not repay. Is there anything you are planning to do to add major consequences to defaulting?
  5. AlejandrodelM (9:28 min)
    You have borrowers and lenders using your platform from all over the world. How many languages does your team of credit analysts speak?
  6. Wilberforce Ngugi (11:23 min)
    Why are loans staying in review for so long?
  7. David Wilson (12:31 min)
    What about an option with early payments lowering the amount of interest paid?
  8. Gene (12:37 min)
    Let’s say you verify everything and the borrow still defaults. What is the next step towards recurring for the lenders? AKA: when borrowers don’t pay
  9. Martijn van Rooij (15:07 min)
    Great initiative! As an investor, I am satisfied with the AutoInvest functionality, distributing investments in BTC in small 0.05BTC chunks … how do you see the growth rate of loans available?
  10. Wilberforce Ngugi (18:14 min)
    You passed my question earlier about communication, there is a need of improved member support team communication, at least the response time from when a member emails the support team.
  11. Apr Guy (19:54 min)
    Why should a borrower choose your platform when most other platforms do NOT charge an early repayment penalty (Prosper, Lending Club, etc.)?
  12. Cindy Bozz (21:35 min)
    AutoInvest has been a huge time saver and also has done a nice job for my btc portfolio – also the support team has been pretty quick in my experience – keep it up and i look forward to great things.
  13. Dominic (22:35 min)
    What keeps you up at night?
  14. Apr Guy (24:00 min)
    Looking at your statistics page, the volume is slowing down over the past 6 months or so. What are your plans to accelerate growth?
  15. Dante Monaldo (25:20 min)
    Any plans to allow the BTCjam credit score to be used outside of BTCjam loans?
  16. AsinfoA (26:29 min)
    Why are short term loans so expensive?
  17. Pedro Cardoso (28:36 min)
    How can I be sure that you’ll be around next year? I’m funding loans that will be paid in 12 months from now.
  18. Gene Kavner (29:44 min)
    Any plans to introduce an API that allows querying of historical loans, payment history and investment history so that 3rd parties could provide better analytical tools?
  19. Dominique Godefroy (30:38 min)
    Are you planning to add collateral features to strengthen credit score e.g., asset deposit?
  20. Apr Guy (31:24 min)
    Where did the company name come from?
  21. AsinfoA (32:04 min)
    Any plans to build reputation loans? (locked to withdraw)
  22. jagdish halde (33:20 min)
    Why can’t we talk to other users directly?
  23. Craig Caruso (35:24 min)
    How can we better protect ourselves from scammers and arbitration?
  24. Michael Milbrat (36:50 min)
    I have around .1BTC in my btcjam wallet, how would you suggest investing it at your site?
  25. sgtpickle7 (Bitfinancefund) (37:20 min)
    Will you allow all lenders to issue bonds for exchange again?
  26. AsinfoA (38:02 min)
    Are you a regulated company(like banks are)? Are you obligated to follow some regulation/compliance?

We hope that we answered your questions as well, and if we didn’t, stay tuned because we’re planning to have live sessions on a regular basis so we can stay close to our community.

We would love to hear your thoughts on this. Should we keep doing it? Is it helpful? What times and days of the week do you prefer?
Leave your comments below or in the YouTube video comments section.

Finally, for those who haven’t registered on BTCjam, go ahead and sign up to check out your rates and get your loan with fixed payments that you can afford.

Talk to you soon,
– Yuri Moreno

BTCjam Can Help You Consolidate Debt

Note: This is the English translated version of a blog post originally directed to  our growing  Brazilian community. If you speak Portuguese, check out our original post.

I’m in debt, what can I do?

womaninterest

My last article described how BTCjam generally works and provided some tips to help you get a loan with us. Now let’s get into more detail about how BTCjam can be a useful tool to help you consolidate your debts at lower interest rates.

This subject is increasingly relevant given that Brazil has some of the highest interest rates in the world. In fact, Brazil currently holds the record for the highest interest on credit cards in the world.

Current interest rates in Brazil

Based on a study conducted by Proteste that included 108 credit cards from 12 financial institutions, a regular Brazilian paid in July 2015 on average an interest rate of 378.76% for their credit card debt. The runner-up in this disastrous ranking is Colombia with 62.51%. In other words, Brazilian credit cards charge more than five times the interest charged in Colombia, and more than nine times the amount charged by the country in third place–Peru.

In Brazil, credit cards charge 14% per month while in the United States it is only 14% per year! With the average American income being five times higher than that of Brazil’s, the disparity in interest rates is shocking.

It’s not just credit card interest that is high in Brazil; overdraft interest is also exorbitant. According to Procon São Paulo, the average interest rate charged by banks on overdraft is reaching 11.49% per month – the highest in 10 years. Even the other kinds of loans, that are usually cheaper exceed the average of 6% per month.

Why are interest rates in Brazil so high?

Several economists have analyzed this question and the answer is not conclusive. There are many elements that make up the interest that is charged to the consumer, but we can summarize them as four main factors: the bank’s profit margin, tax, competition and default.

For those who are curious, I will explain the following:

  • Profit margin: Banks, like any business, have shareholders who invest in the company in exchange for a return. Banks seek profit to remunerate such shareholders with dividends.
  • Taxes: Governments not only tax the citizens, but also companies. The more banks are taxed, the more interest they charge. The Brazilian government is known to be a bloated machine that finances its expenses by charging high taxes.
  • Competition: The five largest Brazilian banks control 80% of the credit. Cases like this where there is low competition do not incentivize price drops (e.g. interest rate drops). Banks are protected by legislation and financial demands that drive away startups seeking innovative solutions to improve services for consumers.
  • Default: As a rule, the more defaults, the greater the interest. There is no national credit system in Brazil like in the US, so generally Brazilians pay higher interest rates to cover the defaulters’ failure to pay. This creates a vicious cycle since increasing interest rates generates more defaults, and more defaults create higher interest rates… BTCjam has developed its own credit system so that people pay fair interest rates that are in accordance with their ability to pay. Learn more about how BTCjam works.

The concept of debt consolidation

Raise your hand if you never entered the overdraft! I have definitely overdrafted my bank account in the past. I remember looking at my statement day after day, and to see the growing debt was distressing to say the least (just a note: Brazilian banks charges interest on a daily basis). I clearly remember a trip to Miami where I got carried away with the low prices. I ended up spending more than I could afford and when the bill came around, I could not pay it off so I paid the minimum balance. The following month I had to pay 14% on the debt I procured!

Sometimes an initial debt generates a snowball of  people getting another loan to pay the initial one. The result: people end up putting too much of their income towards the repayment installments that follow. To help people get out of this vicious cycle, one of the solutions is to exchange the most expensive debts (those that charge high interest rates) for a cheaper debt (with lower interest rates). This operation is called Debt Consolidation.

Debt consolidation is the solution to paying less interest

Instead of paying 14% per month on a credit card or 10% on overdraft, it can be preferable to borrow at BTCjam where borrowers pay an average of 6% per month!

For example, by consolidating a debt of $5,000 with 14% interest per month in 12 installments to a debt at 6% interest per month could save you $280 per month, or $3,400 in total. Recalling that the original debt was only $5000 (i.e. consolidating your debt) allows you to save 64% on the original debt!

Conclusion (TL;DR)

I hope you benefited from this introduction to the concept of Debt Consolidation for those who did not know, and from the explanation of how BTCjam helps people repay their debt with lower interest rates than banks or credit card companies.

Do not waste time; get a loan now on BTCjam and see how we can be of great help in paying your debt by saving on interest. If you know someone with debt, recommend BTCjam.

After all, a true friend does not let a friend struggle.